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RêVivendo Fotografias: As Casas Cubo de Roterdã

Renata Campos | 12.11.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Roterdã é a segunda maior cidade da Holanda, com cerca de 600.000 habitantes e localizada no sul do país. Apesar de algumas semelhanças com a capital Amsterdã e outras cidades do interior, como os canais, algumas casinhas mais antigas, os parques e as modernas estações de trem, Roterdã é bem diferente da maioria das cidades holandesas.

A cidade é moderna, tem uma arquitetura uma arquitetura diferentona, ousada e muito interessante.  Caminhar por Roterdã observando as construções era um dos meus programas prediletos nos 4 dias que passei na cidade (até já falei disso nesse post). 


Toda essa inovação arquitetônica não aconteceu por acaso. Roterdã foi muito destruída pelos bombardeios que aconteceram na 2ª Guerra Mundial. No final da década de 70, o governo municipal deu início a um grande projeto que tinha o intuito de revitalizar e dar uma nova cara à cidade. Para tal, contratou o arquiteto Piet Blom, que já havia feito um trabalho semelhante na cidade de Helmond. 

Assim, em 1984, foram inauguradas as Casas Cubo (Kubuswoningen) de Roterdã que são, até hoje, um dos principais atrativos turísticos da cidade. O projeto foi divido em 3 partes tendo, ao todo, quase 40 casas em formato de cubo, inclinadas num ângulo de 45º. É muito louco!

Não preciso nem dizer que uma visita à Roterdã jamais estará completa sem uma passadinha pra conhecer o maior ícone arquitetônico da cidade, as Casas Cubo. Até porque elas ficam bem no centro da cidade, estrategicamente posicionadas entre o famoso e lindíssimo Markthal (o mercado municipal) e o Oudehaven (um antigo porto com vários restaurantes no entorno). Ou seja, não tem como fugir, uma hora ou outra você vai acabar passando por lá! 

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Aproveite então pra explorar o local de todas as formas e ângulos possíveis, de longe, de perto e por dentro. Sim, dá pra conhecer as casas cubo por dentro, mais especificamente a Casa Museu Kijk-Kubus

Confesso que fiquei um pouco decepcionada porque achei que o local fosse também um museu que contasse um pouco mais da história das casas. Mas não! É apenas uma casa mesmo, toda mobiliada e tal. Mas se você tem curiosidade de ver como é lá dentro, vá. Mas não espere muito além de uma casa "comum" com cozinha, sala, banheiro e quarto. Como eu sou grande (tenho 1,80) achei aquele teto torto meio agoniante, apertado, sei lá! A entrada custa 3 euros.  

Outra opção, mais interessante e mais genuína, é se hospedar em uma dessas casas cubo. Siiim é possível! É só optar por ficar no Stayokay Rotterdam (seja em quarto compartilhada ou privado). Eu só conheci o hostel por fora, mas ele é da mesma rede do que eu fiquei em Amsterdã e adorei, O Stayokay Vondelpark Amsterdam

Mas por uma série de motivos (que comento nesse post com o meu roteiro na Holanda), eu preferi ficar no Sparks Hostel. Não tenho como comparar os 2 pra dizer qual é melhor, mas eu gostei bastante de lá e recomendo. 



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Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hojeCasas Cubo de Roterdã. Holanda.



O que fazer em Roterdã Holanda
As Casas Cubo de Roterdã 

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Roteiro de Viagem: 8 dias na Holanda

Renata Campos | 9.11.18 | | | | | | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Holanda Roteiro de Viagem


A Holanda é um país que eu sonhava conhecer há tempos. Mas que por N motivos, nunca tinha entrado no roteiro das minhas outras viagens pra Europa! Só que dessa vez, eu não apenas consegui incluí-la, como ela foi o principal motivo da minha viagem.

Eu comentei nesse post, que um dos meus grandes sonhos de viagem era conhecer Keukenhof, o famoso e maravilhoso parque das tulipas da Holanda. Como sou professora, viajar em março, abril ou maio (época de floração das tulipas) é algo totalmente fora da minha realidade. Maaaas, como funcionária pública, eu tenho direito a "férias prêmio" depois de 5 anos de trabalho. E foi assim que, não apenas conheci a Holanda, como também realizei meu o sonho de visitar Keukenhof. 💗🌹

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Ilha de Boracay reabre após 6 meses fechada para turismo

Renata Campos | 5.11.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Boracay Filipinas


Após 6 meses sem receber turistas, a ilha de Boracay, nas Filipinas, reabre com novas regras para o turismo.

Entenda o  problema


Em abril desse ano (2018), o governo filipino tomou a medida drástica de fechar a ilha de Boracay, a mais famosa e popular do país. O motivo foi o crescimento desenfreado do turismo de massa, o que acarretou numa excessiva poluição da ilha. O presidente Rodrigo Duderte chegou a dizer que Boracay tinha se transformado em uma grande latrina. Saiba mais nesse post: Ilha de Boracay é fechada para turismo.
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Bélgica - Roteiro de Viagem

Renata Campos | 25.10.18 | | | | | | | | 8 Comentários
Roteiro de Viagem pela Bélgica


Ahhh Bélgica!! Taí um país que há tempos eu queria conhecer, mas que muita gente não dá muito bola! Há quem faça apenas um bate e volta pra Bruxelas ou Bruges, saindo da França ou da Holanda. O que é um pecado! A Bélgica merece muito, mas muito mais tempo pra ser explorada e curtida a contento. 

Confesso que um dos meu maiores interesses no país, eram a cerveja (as cervejarias belgas são tidas como uma das melhores, se não a melhor, do mundo) além das batatas fritas ma-ra-vi-lho-sas, além dos waffles e chocolates, claro. 💓🍺🍟🍫

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RêVivendo Fotografias: Mural da Anne Frank. Amsterdã.

Renata Campos | 22.10.18 | | | | | | | | 2 Comentários
No RêVivendo Fotografias da semana passada, eu falei sobre o lindíssimo mural A Bailarina, feito pelo excelente artista brasileiro Eduardo Kobra, em Moscou, na Rússia. Aproveitando o gancho, hoje vou falar de outro mural lindíssimo que conheci na minha #Eurotrip2018

Estou falando do mural da Anne Frank feito também pelo Kobra (quem mais? rs), dessa vez em Amsterdã, na Holanda. O mural é lindíssimo e gigantesco, como tudo o que ele faz. Eu fiquei encantada! 

Apesar disso, ele não parece ser algo muito turístico. Não tinha ninguém lá quando eu fui! Fiquei lá um tempinho esperando alguém pra tirar uma foto minha, mas ninguém apareceu! Diferente de Moscou (e outros tantas cidades do mundo), onde o mural está localizado em uma área bem turística, em Amsterdã, não. 


O mural da Anne Frank fica em Amsterdam Noord, mais especificamente em NDSM-werf, o antigo estaleiro da cidade. O local, que passou um tempo totalmente abandonado depois que o estaleiro foi desativo, acabou sendo revitalizado e tem atraído a atenção de moradores locais, artistas de todos os estilos, grafiteiros, skatistas, ONGs e, claro, também turistas que curtem mais esse lado mais alternativo.

Existem, inclusive, alguns bares bem legais que também valem a visita por lá. O Pllek, por exemplo, é um deles. O lugar é muito legal! Eu adorei a decoração e o clima de descontração. o bar tem uma área interna e outra externa que fica bem na beira do rio. Eu fui num dia lindo de muito sol (no comecinho de maio de 2018) e achei ao bar com uma vibe super praiana! Tinha várias pessoas de biquíni e calção, tomando sol por lá! Muito legal mesmo! E no dia que fui, ainda ia rolar um cinema ao ar livre. Mas acabei indo embora antes de anoitecer. 


Mas voltando ao mural em si. Ele foi feito em 2016 e tem 240 m². Enorme, né? O nome dado ao mural pelo Kobra foi "Let me be myself", ou "Me deixe ser eu mesma". A frase foi extraída do diário escrito pela própria Anne Frank, uma menina judia que passou 2 anos escondida dos nazistas, durante a Segunda Gerra Mundial em uma casa em Amsterdã que, inclusive, virou museu e que também vale super a visita. O diário foi publicado em várias línguas e virou um grande best seller. Acho que todo mundo aqui, se não leu, pelo menos já ouviu falar do livro "O diário de Anne Frank", né? 

Muito louco pensar que milhões de pessoas foram obrigadas a fugir, se esconder, ou pior, foram assassinadas pelo simples fato de serem diferentes. No caso, por serem judias. Triste demais pensar que tudo isso foi causado pela intolerância. Mais triste ainda é pensar que parece que a gente não aprendeu nada com esse e outros tantos fatos da história! Ao invés de simplesmente "deixarmos as pessoas serem elas mesmas", a gente está indo na contra mão. Impressionante como a intolerância  com o diferente vem crescendo cada vez mais e mais. 😢⠀

Apesar de o mural ficar em um local um pouco afastado do centrinho da cidade, é muito fácil chegar lá! Da estação central de trem de Amsterdã, sai um ferry gratuito direto pra lá. Mas atenção, não vá pegar qualquer ferry! Procure o que tem escrito NDSM, ele fica mais à esquerda. Só esse te leva pra lá! A viagem dura cerca de 15 minutos. 


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Foto de hoje: Mural da Anne Frank. Amsterdã.


o que fazer em Amsterdã, Holanda
O lindíssimo e gigantesco mural da Anne Frank, feito pelo Kobra, em Amsterdã. 


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RêVivendo Fotografias: Mural A Bailarina, do Kobra. Moscou.

Renata Campos | 15.10.18 | | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Se tem um brasileiro que simplesmente arrasa e é praticamente uma unanimidade (eu, pelo menos, nunca vi ninguém falando mal dele), esse cara é o Kobra! 

Eduardo Kobra, caso você não conheça (!), ele é começou a vida pichando os muros de São Paulo (e já foi preso por isso, inclusive), passou pra grafiteiro e hoje é muralista, dado as dimensões monumentais das suas obras mundo afora. Sim, o cara é famoso e respeitado no planeta todo! Ele já fez verdadeiras obras de arte em vários lugares do mundo!

Eu sou muito fã do Kobra! Sempre que vou viajar eu procuro saber se ele já fez algum mural na cidade pra eu poder visitar. Foi assim que eu descobri "A Bailarina", em Moscou! A obra foi feita, em 2013, inspirada em um dos principais nomes do balé russo: a bailarina Maya Plisetskaya, famosa, entre outras coisas, por sua bela interpretação de Cisne Negro, retratado no mural. 


Obviamente que esse mural não poderia ficar de fora do meu roteiro, né? Fui lá 2 vezes, inclusive! Na 1ª vez, eu estava sozinha e o tempo meio chuvoso. Fiquei um tempinho parada lá, admirando o mural e tirando fotos dele. Chegou um casal e pedi que tirassem uma foto minha lá! Adivinhem? Eles simplesmente cortaram a cabeça da bailarina! haha 

Apareceu outra menina e pedi outra foto! A cabeça até saiu dessa vez, mas a foto também ficou péssima! Eu sei que é difícil tirar uma foto de algo tão enorme assim, por isso mesmo eu pedi que tirasse a foto com uma GoPro e não com o celular! Mas mesmo assim não rolou... Até tentei improvisar um tripé e tal. Mas não consegui um ângulo bom! Taí um das principais desvantagens de viajar sozinha! 😕

Alguns dias depois, conheci totalmente por acaso a Adri Lage, do blog A Camminare e levei ela lá pra conhecer o mural. Aí sim, consegui uma foto descente! Nada como alguém que sabe tirar foto, não é mesmo?! hehe 


Nas 2 vezes que eu fui, aproveitei pra comer em um dos restaurantes que ficam lá perto. São vaaaarios, tanto na rua do mural, como em uma ruazinha de pedestres na diagonal! Cada um mais fofinho que outro, dá vontade de sentar em todos! rs a área do entorno é bem legal e, além dos bares e restaurantes, ali ficam também algumas lojas e teatros, incluindo o famosérrimo Teatro Bolshoi. 

Aliás, o Bolshoi é um ótimo ponto de referência pra chegar ao mural. Olhando de frente pro teatro, é só caminhar pra sua esquerda e subir a Ulitsa Bol'shaya Dmitrovka, 2 ou 3 quarteirões depois (dependendo de qual rua você pegar), você vai ver o mural à sua direita, quase em frente ao restaurante MuMu. Simples! 

Taí então, um ótimo programa pra se fazer na cidade: visitar o teatro, de lá ir caminhando até o mural e depois almoçar, jantar, tomar um café, uma cerveja que seja, em um dos bares ou restaurantes da redondeza. Não necessariamente nessa ordem... 


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Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hoje:  Mural a Bailarina, do Kobra. Moscou.

o que  fazer em moscou, russia
Pelo meu taminico na foto (e olha que sou grande rs), você conseguem ter bem uma noção do qual gigantesco é esse mural!


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O que fazer em Dublin, além dos pubs

Renata Campos | 11.10.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
dicas do que fazer em Dublin


Dublin, a capital da Irlanda, não é exatamente uma cidade bonita, como tantas outras capitais europeias e várias de suas "irmãs" irlandesas, que são uma graça. Nem por isso deixa de ser uma cidade interessante do ponto de vista turístico. 
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RêVivendo Fotografias: Palácio Drottningholm, Suécia

Renata Campos | 8.10.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O Palácio de Drottningholm fica nos arredores de Estocolmo e é uma ótima opção pra quem visita a cidade com um pouco mais de tempo, pois será preciso, pelo menos, metade de um dia pra conhecer o local.

Drottningholm  significa "ilha da Rainha". Ele foi um presente pra Rainha Katarina Jagellonika, construído no século XVI, a mando do Rei João III. Mas, alguns anos depois, o castelo foi devastado pelo fogo. Sendo reconstruído logo em seguida, em 1662, e permanecendo assim como o conhecemos hoje.


O Palácio fica na ilha de Lovön, na cidade de Ekerö, a cerca de 10km da capital sueca. Pra chegar lá é possível ir de carro, ônibus de excursão ou de transporte público (pegar um metrô até Brommaplan e, de lá, um ônibus até Drottningholm). Os mais animados também podem ir de bicicleta. Dizem que existe uma ciclovia que sai do centro do Escolmo e chega até lá.

Eu optei por ir de barco. Com certeza, é a maneira mais agradável e com paisagens bacanas. Mas é também a mais cara. Em maio de 2018, o trajeto de ida e volta custava 220 coroas suecas (± €22).  Puxado, né? Mas eu aproveitei pra ir de barco porque ele (e também a entrada no Palácio) estava incluso no Stockholm Pass.

A viagem dura 50 minutos e é bacana, mas não é assim tão imperdível. Se você quiser economizar, pode ir de metrô + ônibus numa boa. Mas se gostou da ideia do barco, saiba que ele funciona apenas de março a outubro e os horários variam de um mês pro outro. Portanto, não deixe de conferir antes no site oficial.


Eu optei por ir de barco. Com certeza, é a maneira mais agradável e com paisagens bacanas. Mas é também a mais cara. Em maio de 2018, o trajeto de ida e volta custava 220 coroas suecas (± €22).  Puxado, né? Mas eu aproveitei pra ir de barco porque ele (e também a entrada no Palácio) estava incluso no Stockholm Pass.

A viagem dura 50 minutos e é bacana, mas não é assim tão imperdível. Se você quiser economizar, pode ir de metrô + ônibus numa boa. Mas se gostou da ideia do barco, saiba que ele funciona apenas de março a outubro e os horários variam de um mês pro outro. Portanto, não deixe de conferir antes no site oficial.

Bom, mas voltando ao palácio em si, desde 1991, ele é um dos Patrimônios Mundiais da UNESCO. E apesar de o Palácio Real (que fica no centro de Estocolmo é é lindíssimo) ser a residência oficial da família real sueca, eles optaram por morar em Drottningholm desde 1981. Mesmo assim, uma parte do Palácio e do jardim é aberto ao público.

A entrada, apenas para o palácio, custa 130 coroas suecas (algo em torno de 13 euros). E, como eu havia comentado antes, também está inclusa no Stockholm Pass. Mas se você quiser fazer a visita completa, o bilhete combinado que inclui também o pavilhão chinês e o teatro (que dizem ser o mais antigo do mundo ainda em funcionamento) custa 290 coroas (€ 29). Os bilhetes também podem ser comprados separadamente nas entradas de cada edifícios. Outra opção é comprar o ingresso antecipadamente pelo site Tiqets, que é parceiro do blog.


Eu acabei conhecendo o palácio mesmo que, a propósito, é lindíssimo! Cada cômodo mais luxuoso que o outro. Eu amei! Principalmente o hall de entrada, que é um escândalo de lindo! Os tetos, as esculturas, as pinturas, tudo maravilhoso!

Não conheci o Pavilhão Chinês porque ele fica um pouco afastado do palácio e alguém comentou que ele estava fechado. Preferi não arriscar caminhar até lá e dar de cara com a porta. Também não consegui visitar o teatro. As visitas são sempre guiadas e com horário marcado. Mas quando cheguei lá, não havia mais vaga no próximo tour teria que esperar muito pelo outro. Deixei pra lá. Aproveitei o tempo livre até a chegada do próximo barco pra passear pelos jardins do palácio que são enormes.

Para mais informações sobre o Palácio Drottningholm, dê uma olhada no site oficial. E se quiser saber mais sobre o Stockholm Pass, é só clicar no link destacado.

*O Stockholm Pass foi uma cortesia do Visit Stockholm.
Independente de qualquer coisa, as informações aqui dadas, são totalmente isentas e referentes à minha própria experiência o com passe. 


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Foto de hoje Palácio Drottningholm. Suécia.

o que fazer em estocolmo suécia
Chegando de barco para visitar o belo Palácio Drottningholm, na Suécia.

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