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RêVivendo Fotografias: Phoenix Park. Dublin.

Renata Campos | 3.12.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O Phoenix Park é o maior e mais famoso parque de Dublin, na Irlanda. Bom, na real ele é o maior parque urbano da Europa! Tem 712 hectares. Pra você ter uma ideia, o Central Park de Nova York, que já é enorme, tem "apenas" 341 hectares. Ou seja, nem metade do Phoenix Park! Peeensa no quão gigantesco ele é!

Então, assim, o Phoenix Park não é exatamente um lugar pra você ir bater perna aleatoriamente. O lugar é enorme, tem ruas largas que cruzam o parque, trânsito e tudo mais. Até mesmo a casa do presidente da Irlanda é lá dentro. 



O ideal então é planejar sua ida e procurar se informar, saber o que quer visitar e ir direto ao ponto. Senão corre o risco de você andar pra caramba, se cansar e não ver nada de muito interessante. Foi o que quase aconteceu comigo.

Peguei um ônibus no centro de Dublin e desci numa entrada qualquer do Parque. Não pesquisei antes onde era melhor descer ou qual o melhor ônibus pegar. Só joguei no Google que queria ir pra lá e pronto! Ele escolheu o itinerário pra mim! Foi um erro! Eu deveria ter olhado antes o melhor ponto e a melhor entrada do parque (são várias).

Desci num lugar que não tinha nada! Andei horrores vendo apenas grama e ruas de asfalto. Depois de quase 1 hora caminhando, finalmente encontramos a atração principal do parque: os veadinhos (ou cervos ou deer em inglês) que vivem soltos lá. Eles são uma graça! Mas evitem contato muito próximo com eles. E, por favor, JAMAIS toquem neles (e em nenhum outro animal selvagem, claro)!! Não que seja perigoso pra você, mas é pra eles. E outra, eles também podem se estressar e correr atrás de você. Tem vários casos assim, inclusive aconteceu com um colega meu. Tem gente que sai correndo no desespero e se machuca. Portanto, não importune os bichos! Deixem eles em paz! 


Depois de tirar várias fotos com os veadinhos, meus amigos se cansaram e quiseram ir embora. Eu resolvi ficar pra explorar melhor o lugar. Não estava conformada que o famoso Phoenix Park fosse "só! aquilo! Depois que eles foram embora, continuei andando e cheguei em uma parte bem mais interessante, com esculturas, flores, banquinhos e tal. Essa parte fica mais próxima à entrada do Zoológico, que também fica lá dentro, e que eu não cheguei a visitar porque não curto animais presos. Então, não tenho o costume de visitar zoológicos.

Bom, mas o que eu acho que vale a pena mesmo fazer no Phoenix Park é alugar uma bicicleta pra poder rodar bastante por lá e/ou fazer um piquenique com os amigos. Além de ver os veadinhos, claro! Esse sim é um programa ideal por lá! Agora, sair andando simplesmente sem rumo e sem planejamento, como eu fiz, não recomendo não mesmo! Portanto, fica a dica! rs

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Foto de hojePhoenix Park. Dublin. Irlanda.

Phoenix Park Dublin Irlanda
Aquela selfie com os veadinhos do Phoenix Park, em Dublin. Irlanda. 


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RêVivendo Fotografias: Conwy Castle - País de Gales

Renata Campos | 27.11.18 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O País de Gales, um dos países que fazem parte do Reino Unido, é conhecido por sua enorme variedade de castelos. São centenas deles espalhados pelo território de apenas 20 km² do país. O 1º que eu conheci por lá, e me chamou muito atenção, foi o Conwy Castle.

O castelo é a atração principal da cidade de mesmo nome, situada no norte do país. Ele foi construído em 1283, a mando do Rei Eduardo I, e ficou pronto em apenas 5 anos. Pouquíssimo tempo se você considerar o tamanho e a magnitude do lugar.

Quase 8 séculos depois, o castelo ainda se mantém bastante conservado atualmente. Tanto que em 1986, o Conwy Castle foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Com toda certeza, esse é um local onde vale muitíssimo a pena visitar. Eu me encantei pelo castelo, explorei o local por inteiro, conheci vários cômodos, os fossos, o 2 pátios e subi todas as 8 torres e suas centenas de degraus 😅.

Foi cansativo, mas as vistas de cada torre compensaram, cada uma mais linda que a outra! Tem vista do mar, vista do rio, vista da ponte, vista da cidade, mas muralhas e de tudo junto ao mesmo tempo. Super valeu a pena o esforço. 

entrada no Conwy Castle custa £9.50 (£5.70 abaixo de 16 anos e estudantes de qualquer idade). O Castelo funciona de 9:30/10:00 às 16:00/17:00/18:00 dependendo da época do ano (confira aqui os horários antes de ir).

Depois de conhecer todo o castelo, aproveitei pra caminhar pelas muralhas que fazem parte do Castelo e cercam toda a cidade. É possível percorrer quase toda sua extensão (pouco mais de 1km), apenas alguns trechos estão interditados, então é preciso descer pra cidade e subir novamente mais adiante. Se você ainda tiver forças e gostar de caminhar, vale muito a pena pois a vista da cidade e do castelo compensam.   

Depois disso tudo, fui bater perna na cidade de Conwy que é uma graça. Super fofinha, cheia de lojas, restaurantes, cafés, sorveterias, etc. Aproveitei pra almoçar por lá. E segui viagem para Betws-y-Cold, cidade que serviu de base para eu conhecer o País de Gales. Fiquei hospedada no The Vagabond Bankhouse, um dos poucos hostels da cidade, aliás, da região.

Mas caso você prefira dormir em Conwy mesmo,  o que eu até acho que seja uma boa ideia, já que a cidade é uma graça... se bem que isso é quase um pleonasmo, todas as cidades que conheci no País de Gales são uma graça. Mas enfim, dá uma olhada aqui nas opções de hospedagem em Conwy.  

Ao todo, passei 3 dias no País de Gales e conheci vários outros castelos e lugares lindos da parte norte do país. Fiz tudo de carro, sozinha, e achei super de boa. Sem carro eu não teria conseguido conhecer nem metade do que conheci (cou fazer um roteiro do país todo depois). 

Aluguei o carro e o devolvi em Liverpool, na Inglaterra, cidade onde eu cheguei vindo de Dublin (paguei apenas €9,90 num voo da Ryanair) e pra onde retornei depois para conhecer outras cidades inglesas. Recomendo que vocês façam algo semelhante. Certeza que irão se apaixonar também.


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Foto de hojeConwy Castle. País de Gales. Reino Unido.

o que fazer no país de gales
Parte do lindo e enorme (reparem o tamanho das pessoas lá embaixo) Castelo de Conwy e a vista linda que se tem de uma das torres do castelo.  

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RêVivendo Fotografias: Moinhos de Zaanse Schans. Holanda.

Renata Campos | 19.11.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Tá indo pra Holanda e doido pra ver de perto os famosos moinhos do país? Existe um lugar, pertinho de Amsterdã, onde é possível visitá-los e até entrar em alguns deles. Esse lugar é Zaanse Schans, um complexo com fica em Zaadam, cidade a cerca de 20km ao norte da capital.

Essa, com certeza, é uma ótima opção de bate e volta pra fazer em Amsterdã, caso seu roteiro não esteja muito apertado. É super fácil chegar lá de transporte público. Existem 2 opções:

🚉 O trem é a forma mais rápida, como (quase) sempre. São apenas 18 minutos (e 3 paradas) da Estação Central de Amsterdã até a estação Zaandijk Zaanse Schans em Zaadam. E de lá, mais uns 15 a 20 minutos de caminhada até a área dos moinhos. A passagem (em maio de 2018) custava €8,40 (ida e volta).  

🚍 O ônibus (nº 391 da Conexxion) sai também da Centraal Station de Amsterdã (vá até o final, quase saindo pra onde pega o ferry pro mural do Kobra em homenagem à Anne Frank). O ônibus é mais demorado, a viagem dura pouco mais de 40 minutos. Mas ele tem a vantagem de parar bem na entrada, tanto na ida quanto na volta (o ponto é o mesmo, pois a linha é circular e esse é o ponto final/inicial).  A passagem (em maio de 2018) custava €11,50 (ida e volta).  


É bem tranquilo ir por conta própria, mas se você prefere fazer passeios com agências, esse tour pode ser uma boa opção. A entrada na área dos moinhos é grátis. Você não paga pra passear por lá, só paga se quiser visitar algum moinho por dentro. Eu preferi apenas caminhar, tirar fotos e apreciar a paisagem mesmo. Queria ter alugado uma bike pra rodar por lá, mas cheguei, saí andando e acabei não vendo onde era o lugar pra alugar. Mas sei que tem porque tinha muita gente de bicicleta por lá

Também rola de ir de bike saindo de Amsterdã, caso você tenha feito um aluguel de um dia inteiro, por exemplo e queria aproveitar o tempo e o dinheiro. Não digo exatamente pedalando, mas de trem! Muita gente faz isso, só é preciso pagar uma taxa a mais. Não sei o valor, mas não acredito que seja caro, já que os holandeses levam suas bikes pra to-dos os lugares!


Logo na entrada, fica o Zaanse Museum, um museu que conta a história do lugar e também um pouco da vida do pintor francês Claude Monet que morou na cidade alguns anos e, inclusive, pintou vários quadros que retratavam a paisagem local.

O local ainda abriga lojinhas de souvenir, cafés, restaurantes, oficina de tamancos (outra coisa super tradicional do país), além do Albert Heijn Museum Shop (tipo um museu que conta a história dessa grande rede de supermercados holandesa que começou ali na cidade) e do meu local preferido: a fábrica de queijos Catharina Hoeve, onde rola degustação de vários tipos de queijos holandeses (amo) e de 2 tipos diferentes de stroopwafel (amo²). Comi taaanto que devo até ter dado prejuízo, saí de lá de barriga cheia! haha Mas como resistir aquelas maravilhas todas ali, de graça? rs

👉 Confira todos os posts sobre a Holanda: RêVivendo a Holanda

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Foto de hojeMoinhos de Zaanse Schans. Holanda.


dicas do que fazer na holanda
Os tradicionais moinhos holandeses de Zaanse Schans.  

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RêVivendo Fotografias: As Casas Cubo de Roterdã

Renata Campos | 12.11.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Roterdã é a segunda maior cidade da Holanda, com cerca de 600.000 habitantes e localizada no sul do país. Apesar de algumas semelhanças com a capital Amsterdã e outras cidades do interior, como os canais, algumas casinhas mais antigas, os parques e as modernas estações de trem, Roterdã é bem diferente da maioria das cidades holandesas.

A cidade é moderna, tem uma arquitetura uma arquitetura diferentona, ousada e muito interessante.  Caminhar por Roterdã observando as construções era um dos meus programas prediletos nos 4 dias que passei na cidade (até já falei disso nesse post). 


Toda essa inovação arquitetônica não aconteceu por acaso. Roterdã foi muito destruída pelos bombardeios que aconteceram na 2ª Guerra Mundial. No final da década de 70, o governo municipal deu início a um grande projeto que tinha o intuito de revitalizar e dar uma nova cara à cidade. Para tal, contratou o arquiteto Piet Blom, que já havia feito um trabalho semelhante na cidade de Helmond. 

Assim, em 1984, foram inauguradas as Casas Cubo (Kubuswoningen) de Roterdã que são, até hoje, um dos principais atrativos turísticos da cidade. O projeto foi divido em 3 partes tendo, ao todo, quase 40 casas em formato de cubo, inclinadas num ângulo de 45º. É muito louco!

Não preciso nem dizer que uma visita à Roterdã jamais estará completa sem uma passadinha pra conhecer o maior ícone arquitetônico da cidade, as Casas Cubo. Até porque elas ficam bem no centro da cidade, estrategicamente posicionadas entre o famoso e lindíssimo Markthal (o mercado municipal) e o Oudehaven (um antigo porto com vários restaurantes no entorno). Ou seja, não tem como fugir, uma hora ou outra você vai acabar passando por lá! 

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Aproveite então pra explorar o local de todas as formas e ângulos possíveis, de longe, de perto e por dentro. Sim, dá pra conhecer as casas cubo por dentro, mais especificamente a Casa Museu Kijk-Kubus

Confesso que fiquei um pouco decepcionada porque achei que o local fosse também um museu que contasse um pouco mais da história das casas. Mas não! É apenas uma casa mesmo, toda mobiliada e tal. Mas se você tem curiosidade de ver como é lá dentro, vá. Mas não espere muito além de uma casa "comum" com cozinha, sala, banheiro e quarto. Como eu sou grande (tenho 1,80) achei aquele teto torto meio agoniante, apertado, sei lá! A entrada custa 3 euros.  

Outra opção, mais interessante e mais genuína, é se hospedar em uma dessas casas cubo. Siiim é possível! É só optar por ficar no Stayokay Rotterdam (seja em quarto compartilhada ou privado). Eu só conheci o hostel por fora, mas ele é da mesma rede do que eu fiquei em Amsterdã e adorei, O Stayokay Vondelpark Amsterdam

Mas por uma série de motivos (que comento nesse post com o meu roteiro na Holanda), eu preferi ficar no Sparks Hostel. Não tenho como comparar os 2 pra dizer qual é melhor, mas eu gostei bastante de lá e recomendo. 



👉 Confira todos os posts sobre a Holanda: RêVivendo a Holanda


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Foto de hojeCasas Cubo de Roterdã. Holanda.



O que fazer em Roterdã Holanda
As Casas Cubo de Roterdã 

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Roteiro de Viagem: 8 dias na Holanda

Renata Campos | 9.11.18 | | | | | | | | | | | | | 9 Comentários
Holanda Roteiro de Viagem


A Holanda é um país que eu sonhava conhecer há tempos. Mas que por N motivos, nunca tinha entrado no roteiro das minhas outras viagens pra Europa! Só que dessa vez, eu não apenas consegui incluí-la, como ela foi o principal motivo da minha viagem.

Eu comentei nesse post, que um dos meus grandes sonhos de viagem era conhecer Keukenhof, o famoso e maravilhoso parque das tulipas da Holanda. Como sou professora, viajar em março, abril ou maio (época de floração das tulipas) é algo totalmente fora da minha realidade. Maaaas, como funcionária pública, eu tenho direito a "férias prêmio" depois de 5 anos de trabalho. E foi assim que, não apenas conheci a Holanda, como também realizei meu o sonho de visitar Keukenhof. 💗🌹

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Ilha de Boracay reabre após 6 meses fechada para turismo

Renata Campos | 5.11.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Boracay Filipinas


Após 6 meses sem receber turistas, a ilha de Boracay, nas Filipinas, reabre com novas regras para o turismo.

Entenda o  problema


Em abril desse ano (2018), o governo filipino tomou a medida drástica de fechar a ilha de Boracay, a mais famosa e popular do país. O motivo foi o crescimento desenfreado do turismo de massa, o que acarretou numa excessiva poluição da ilha. O presidente Rodrigo Duderte chegou a dizer que Boracay tinha se transformado em uma grande latrina. Saiba mais nesse post: Ilha de Boracay é fechada para turismo.
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Bélgica - Roteiro de Viagem

Renata Campos | 25.10.18 | | | | | | | | 12 Comentários
Roteiro de Viagem pela Bélgica


Ahhh Bélgica!! Taí um país que há tempos eu queria conhecer, mas que muita gente não dá muito bola! Há quem faça apenas um bate e volta pra Bruxelas ou Bruges, saindo da França ou da Holanda. O que é um pecado! A Bélgica merece muito, mas muito mais tempo pra ser explorada e curtida a contento. 

Confesso que um dos meu maiores interesses no país, eram a cerveja (as cervejarias belgas são tidas como uma das melhores, se não a melhor, do mundo) além das batatas fritas ma-ra-vi-lho-sas, além dos waffles e chocolates, claro. 💓🍺🍟🍫

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RêVivendo Fotografias: Mural da Anne Frank. Amsterdã.

Renata Campos | 22.10.18 | | | | | | | | 2 Comentários
No RêVivendo Fotografias da semana passada, eu falei sobre o lindíssimo mural A Bailarina, feito pelo excelente artista brasileiro Eduardo Kobra, em Moscou, na Rússia. Aproveitando o gancho, hoje vou falar de outro mural lindíssimo que conheci na minha #Eurotrip2018

Estou falando do mural da Anne Frank feito também pelo Kobra (quem mais? rs), dessa vez em Amsterdã, na Holanda. O mural é lindíssimo e gigantesco, como tudo o que ele faz. Eu fiquei encantada! 

Apesar disso, ele não parece ser algo muito turístico. Não tinha ninguém lá quando eu fui! Fiquei lá um tempinho esperando alguém pra tirar uma foto minha, mas ninguém apareceu! Diferente de Moscou (e outros tantas cidades do mundo), onde o mural está localizado em uma área bem turística, em Amsterdã, não. 


O mural da Anne Frank fica em Amsterdam Noord, mais especificamente em NDSM-werf, o antigo estaleiro da cidade. O local, que passou um tempo totalmente abandonado depois que o estaleiro foi desativo, acabou sendo revitalizado e tem atraído a atenção de moradores locais, artistas de todos os estilos, grafiteiros, skatistas, ONGs e, claro, também turistas que curtem mais esse lado mais alternativo.

Existem, inclusive, alguns bares bem legais que também valem a visita por lá. O Pllek, por exemplo, é um deles. O lugar é muito legal! Eu adorei a decoração e o clima de descontração. o bar tem uma área interna e outra externa que fica bem na beira do rio. Eu fui num dia lindo de muito sol (no comecinho de maio de 2018) e achei ao bar com uma vibe super praiana! Tinha várias pessoas de biquíni e calção, tomando sol por lá! Muito legal mesmo! E no dia que fui, ainda ia rolar um cinema ao ar livre. Mas acabei indo embora antes de anoitecer. 


Mas voltando ao mural em si. Ele foi feito em 2016 e tem 240 m². Enorme, né? O nome dado ao mural pelo Kobra foi "Let me be myself", ou "Me deixe ser eu mesma". A frase foi extraída do diário escrito pela própria Anne Frank, uma menina judia que passou 2 anos escondida dos nazistas, durante a Segunda Gerra Mundial em uma casa em Amsterdã que, inclusive, virou museu e que também vale super a visita. O diário foi publicado em várias línguas e virou um grande best seller. Acho que todo mundo aqui, se não leu, pelo menos já ouviu falar do livro "O diário de Anne Frank", né? 

Muito louco pensar que milhões de pessoas foram obrigadas a fugir, se esconder, ou pior, foram assassinadas pelo simples fato de serem diferentes. No caso, por serem judias. Triste demais pensar que tudo isso foi causado pela intolerância. Mais triste ainda é pensar que parece que a gente não aprendeu nada com esse e outros tantos fatos da história! Ao invés de simplesmente "deixarmos as pessoas serem elas mesmas", a gente está indo na contra mão. Impressionante como a intolerância  com o diferente vem crescendo cada vez mais e mais. 😢⠀

Apesar de o mural ficar em um local um pouco afastado do centrinho da cidade, é muito fácil chegar lá! Da estação central de trem de Amsterdã, sai um ferry gratuito direto pra lá. Mas atenção, não vá pegar qualquer ferry! Procure o que tem escrito NDSM, ele fica mais à esquerda. Só esse te leva pra lá! A viagem dura cerca de 15 minutos. 

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Foto de hoje: Mural da Anne Frank. Amsterdã.


o que fazer em Amsterdã, Holanda
O lindíssimo e gigantesco mural da Anne Frank, feito pelo Kobra, em Amsterdã. 


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