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Tailândia - Roteiro de Viagem

Renata Campos | 14.3.19 | | | | | | | | | | | | 11 Comentários

roteiro de viagem tailândia


Ahhh Tailândia! Como não se apaixonar por esse país incrível, de uma cultura riquíssima e interessantíssima, com um povo super simpático e sorridente e praias paradisíacas? Essa é praticamente uma tarefa impossível! 

Uma coisa é fato: você vai amar a Tailândia e já vai fazer planos de voltar, antes mesmo de ir embora! Essa foi, inclusive, a primeira coisa que falei no post 15 coisas que você precisa saber ANTES de ir pra Tailândia. Se você estiver indo pra Tailândia, aproveita e já dá uma lida lá também. Tem muita dica útil pra você programar sua viagem e não cair em furadas!
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Ilha de Boracay reabre após 6 meses fechada para turismo

Renata Campos | 5.11.18 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Boracay Filipinas


Após 6 meses sem receber turistas, a ilha de Boracay, nas Filipinas, reabre com novas regras para o turismo.

Entenda o  problema


Em abril desse ano (2018), o governo filipino tomou a medida drástica de fechar a ilha de Boracay, a mais famosa e popular do país. O motivo foi o crescimento desenfreado do turismo de massa, o que acarretou numa excessiva poluição da ilha. O presidente Rodrigo Duderte chegou a dizer que Boracay tinha se transformado em uma grande latrina. Saiba mais nesse post: Ilha de Boracay é fechada para turismo.
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RêVivendo Fotografias: Sumilon Island Filipinas

Renata Campos | 23.4.18 | | | | | | | | 21 Comentários
A Sumilon Island, em Oslob, nas Filipinas, é uma ilha exclusiva de um hotel que oferece um serviço de day use. Ou seja, você pode usufruir das áreas comuns do hotel, mesmo não estando hospedado lá! O lugar é lindíssimo e vale muito a pena!

Não é algo exatamente barato, você paga 1500 pesos filipinos (o que dá quase 100 reais - em janeiro de 2018) pra passar o dia lá. Isso durante a semana, porque no final de semana o preço sobre pra 2000 pesos. Nesse valor está incluso o acesso a toda área comum do hotel, praias, piscinas e restaurantes. Além do barco de ida e volta pra lá saindo de Oslob, um almoço tipo buffet com direto a uma bebida e o aluguel de uma toalha para ser usada na área da piscina. 

O almoço achei mais ou menos, até tem bastante variedade, mas acaba tudo super rápido e eles demoram pra repor, principalmente as sobremesas, isso quando repõem. Obviamente, tem muita comida típica, mas quem for mais chato pra comer dá pra se virar bem também. Mas o lugar em si é bem bonito e tem uma vista maravilhosa! As praias são bacanas, tem umas redes na areia que são ótimas pra relaxar depois do almoço. As piscinas e o ofurô são excelentes e tem uma vista maravilhosa!

Nós reservamos o day use no dia anterior diretamente na recepção da pousada que ficamos, a The Biggies Inn (já falei sobre ela no nesse post). O lugar é super simples e acho que existem opções melhores por lá (dá uma conferida aqui). O nosso problema é que queríamos um quarto triplo com camas separadas, aí ficamos mais limitadas de opções. Mas os funcionários são ótimos e nos ajudaram em tudo! Fechamos todos nossos passeios lá (nadar com tubarões baleia, a Tumalog Falls e também a Sumilon Island) diretamente com eles.


Bom, mas o 1° barco pra ilha sai às 8h da manhã. Depois disso saem outros às 09:30, 11:00, 12:30, 14:00 e 16:30. E os barcos no sentido contrário, ou seja, de Sumilon pra Oslob, saem às 09:00, 10:30, 12:00, 13:30, 15:30 e 17:30.

Esses horários são tanto pra quem vai passar apenas o dia lá, quanto pra quem vai ficar hospedado. Portanto, se programe direitinho pra pegar um desses barcos. Não sei dizer se você pode simplesmente chegar lá sem reserva, na hora de saída dos barcos. Acredito que na baixa temporada sim. Mas como o pessoal da pousada disse que costuma encher e os lugares nos barcos são limitados, achamos melhor fazer a reserva pra garantir.

Nós fomos no barco das 11:00 e voltamos no último barco às 17:30. Achei um tempo bacana e suficiente. Acho que se for muito tarde, não vale a pena. Nós aproveitamos que tínhamos madrugado pra ver os tubarões baleia e de lá fomos direto pra Tumalog Falls. Inclusive, sugiro que você faça o mesmo... aproveita e dá uma lida aqui no post com o nosso roteiro de viagem. Por isso só conseguimos pegar o barco das 11h. Mas se você puder ir mais cedo, melhor ainda.




E só lembrando que você também pode tirar onda e ficar hospedado lá! Aí, claro, nem precisa pagar day use nem nada! rs E ainda vai ter o lugar todinho pra você (e pros outros hóspedes) antes e
depois dos turistas chegarem. Dá pra fazer a reserva pelo Booking, através dessse link aqui: Sumilon Bluewater Island Resort.


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Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hoje: Sumilon Island - Oslob, Filipinas


Oslob. Cebu. Filipinas
Vista linda do mar a partir da piscina principal do Sumilon Blue Water Resort, na Sumilon Island, em Oslob. FIlipinas.


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RêVivendo Fotografias: Puka Beach em Boracay

Renata Campos | 9.4.18 | | | | | | | 1 Comentário
A ilha de Boracay, nas Filipinas, é um dos destinos mais populares do país. É conhecida como a Ibiza asiática e atrai muitos turistas do mundo inteiro mas, principalmente, da Ásia. Tem praias lindíssimas como não poderia deixar de ser... afinal de contas, estamos nas Filipinas, né? rs

Eu gostei de Boracay mas, de todos os lugares que eu conheci no país (leia o roteiro completo aqui) foi o que eu menos me identifiquei. Mas isso é questão de gosto, né? Conheço quem tenha ido pras Filipinas só pra ir pra Boracay... 
Bom, mas o lance é que eu prefiro lugares mais tranquilos e mais naturais, como El Nido e Coron, por exemplo, meus lugares prediletos no país. Já Boracay é mais urbanizada e tal! De toda forma, as praias são lindas. Isso não há como negar! Aquela água azulzinha deliciosa pode ser encontrada em praticamente todas as praias da ilha. 

A White Beach é a maior praia, a mais central e a que tem maior estrutura de todas da ilha. É lá que tudo acontece! São várias as opções de bares e restaurantes pé na areia pra você passar o dia ou mesmo a noite. Portanto, é pra lá que (quase) todo mundo vai! 

Mas existem outras praias mais afastadas e bem mais tranquilas. Só que a grande maioria das pessoas que quer só "sombra e água fresca" acaba nem se dando ao trabalho de sair de lá pra conhecer as outras praias. Até porque pra chegar na White Beach é só caminhar do seu hotel pra lá. Ou dependendo do caso, nem precisa caminhar nada porque o hotel já é pé na areia mesmo! 

Já pra conhecer outras praias é preciso um mínimo de esforço já que elas são mais afastadas. Então será preciso fazer um passeio de barco ou alugar uma scooter pra ir por conta própria ou pegar um dos vários triciclos (que são os táxis da ilha) até lá.


Duas das praias afastadas mais famosas de Boracay são a Ilig-Iligan (que infelizmente não consegui conhecer, mas muitos consideram a mais bonita da ilha) e a Puka Shell Beach, que foi a minha preferida. Não tem jeito, eu gosto mesmo é de uma praia mais tranquila, com mais natureza e sem muita gente. A Puka Beach é assim. Uma delícia de lugar! 

A estrutura é bem mais precária do que a White Beach, por exemplo. Mas existem algumas barraquinhas com mesinhas e espreguiçadeiras de madeira e que vendem cerveja gelada, água de coco e alguns petiscos. Passamos o dia lá, mas voltamos pra White Beach no fim da tarde pra almoçar/jantar enquanto assistíamos ao pôr do sol que é lindíssimo por lá! 

A Puka Beach fica bem na pontinha da ilha e é a mais afastada do centrinho. Da White Beach até lá são uns 20 a 30 minutos de triciclo, mais ou menos. Pagamos 250 pesos (± 16 reais) pelo triciclo por trecho (preço de janeiro de 2018). Como eu estava com 4 amigas, acabou ficando baratinho! Pra voltar, ficam vários triciclos esperando lá na "porta" mesmo. Negocie com eles pra chegar ao mesmo valor que pagou na ida, já que geralmente eles vão querer te cobrar mais caro pra voltar.

Vale super a pena conhecer a Puka Beach! Vai lá e depois me contem o que acharam! 😉

ATENÇÃO!!! A Ilha de Boracay irá fechar para o turismo nos próximos 6 meses!!!! A medida já começa a valer agora no dia 26 de abril (2018)! Saiba tudo aqui! 


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Foto de hoje: Puka Shell Beach - Boracay, Filipinas

Boracay Filipinas Asia
Toda a tranquilidade e a paz da Puka Beach, em Boracay, nas Filipinas

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O que fazer em Ho Chi Minh City, Vietnã

Renata Campos | 31.3.18 | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O que fazer em Ho Chi Minh City


Ho Chi Minh City ou apenas HCMC (mais fácil, né?) foi a nossa porta de entrada no Vietnã. Conhecida como Saigon até 1975, a cidade foi rebatizada com o nome do grande herói vietnamita, Ho Chi Minh, que lutou pela reunificação do Vietnã.

Situada no sul do país, HCMH é o centro comercial e maior cidade do Vietnã. Inclusive, achei a cidade bem mais, digamos, ocidentalizada, do que as outras cidades vietnamitas que também conheci nessa viagem, Hoi An e Ha Noi, que mantém um ar bem mais oriental.
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RêVivendo Fotografias: Tumalog Falls, Filipinas

Renata Campos | 26.3.18 | | | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Tumalog Falls, a cachoeira de águas azuis, nas Filipinas, é uma das mais bonitas que eu já conheci. E olha que de cachoeira eu entendo! rs Essa foi, na verdade, uma das maiores surpresas da minha viagem às Filipinas. Sabe quando você vai sem muitas expectativas pra um lugar e ele te surpreende? Pois é! Foi bem assim!

Bom, mas essa cachoeira lindíssima fica na cidade de Oslob, que faz parte da ilha de Cebu, nas Filipinas. Apesar de toda sua beleza, a cachoeira não é tão procurada pelos turistas. Bom, pelo menos no dia que eu fui, os poucos turistas que estavam lá eram asiáticos.... eu só não sei dizer se eram filipinos ou chineses, tailandeses, etc... rs.

E o mais interessante é que muitos deles só chegavam lá, davam uma olhada, tiravam umas fotos e iam embora. Quase ninguém entrava na água. Aí eu descobri que eles acham a água muito gelada e nem se arriscam. A própria moça da pousada que ficamos (e fechamos o transporte até lá) nos disse que não precisaria mais do que meia hora pra conhecer o lugar já que a água era fria e não dava pra entrar ou se tivesse coragem de entrar, não dava pra ficar muito tempo.

Gente, esse povo não conhece água fria não! Sério! Tudo bem que a gente não é parâmetro porque moramos em Minas Gerais, a terra das cachoeiras geladas. Mas mesmo assim, a temperatura da água era ótima! Ficamos o tempo todo dentro da água. Sendo a maior parte do tempo sozinhas! As poucas pessoas que entraram, ficavam um pouquinho e saíam logo. Sorte a nossa!

Pra chegar na cachoeira, nós fechamos um carro diretamente com a pousada que ficamos, a The Biggies Inn (que era bem simplesinha e sem muito conforto, mas bem baratinha também e com funcionários bem atenciosos).


Eu não lembro o valor que pagamos (guardei o papel em algum lugar que não lembro mais 🙈), mas foi um preço super justo. O motorista nos pegou no "tubarão baleia", nos levou na pousada pra trocarmos de roupa e tomarmos café, em seguida nos levou pra cachoeira, ficou lá nos esperando por (bem) mais de uma hora e nos levou pra pegar o barco pra Sumilon Island (e nos buscou depois). Ou seja, ficou o dia todo por nossa conta por um preço ótimo, apesar de eu realmente não lembrar qual foi, só lembro que foi barato! haha

Falei com mais detalhes sobre essas outras coisas que eu fiz em Oslob no post com o Roteiro de Viagem para Filipinas.

Pra entrar na cachoeira é preciso pagar 20 pesos (pouco mais de 1 real). Mas pra chegar na cachoeira, a partir do estacionamento, você tem 2 opções. A mais barata (aliás, grátis) é ir andando por uma estrada (de asfalto mesmo, não é trilha não) por uns 15 ou 20 minutos ladeira abaixo (e ladeira acima na volta, lembre-se disso). Ou então, pagar 50 pesos filipinos (que é pouco mais de 3 reais) pra descer (e subir, mais importante rs) na garupa de uma moto!

Eu fui e voltei de moto! O valor é tão pequeno, que não vale o esforço! Ainda se fosse uma caminhada em uma trilha ainda ia, mas você vai caminhar por uma estrada, bem íngreme e sinuosa, com moto subindo e descendo o tempo todo. Tô fora! rs

Chegando na cachoeira, você encontrará um poço logo à direita, mas a queda está mais à frente, entre as árvores. Ela é enooorme, alta e larga, e lindíssima! Parece uma cortina d'água descendo delicadamente pelas pedras. E a cor da água? Lindíssima!


Difícil mesmo é tirar uma foto boa que pegue a cachoeira por inteiro! Ela é grande demais pra caber por inteiro numa foto. Infelizmente, essa foto que eu tirei não retrata nem metade da beleza do lugar! Acho que só indo lá mesmo pra conferir ao vivo e a cores o quão espetacular é essa cachoeira!

E olha que vi muita gente falando que não compensava, que a cachoeira estava seca (talvez estivesse antes da tempestade tropical que atingiu o país pouco antes de eu chegar). Mas mesmo se fosse o caso, acho que valeria a pena. Já que apenas a queda não tinha água, mas o poço continuava lá.

Não sei como ela estará quando você for pra lá, de toda forma, acho que vale muitíssimo a pena você dar "um pulo" lá pra conferir.  E depois me conta o que achou! Se ela estiver tão linda como quando eu fui, não tem como você não se apaixonar pelo lugar! Fato!


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Foto de hoje: Tumalog Si Falls - Cebu, Filipinas


tumalog falls cebu filipinas
Uma pequena amostra da beleza da Tumalog Falls


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A cerimônia Ronda das Almas, em Luang Prabang. Vale a pena?

Renata Campos | 8.3.18 | | | | | | 2 Comentários
O que fazer no Laos


Um dos programas que eu mais tinha curiosidade pra fazer em Luang Prabang, no Laos, era assistir a cerimônia de Ronda das Almas, ou Alms Giving em inglês, ou ainda Tak Bat, na língua local. Mas essa foi também a minha maior decepção nessa viagem. 

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RêVivendo Fotografias: Petronas Tower, em Kuala Lumpur

Renata Campos | 26.2.18 | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Sem dúvida alguma, o maior símbolo da Malásia são suas incríveis e lindíssimas torres gêmeas Petronas Tower. Elas ficam em Kuala Lumpur, a capital malaia onde eu passei menos de 24 horas durante uma conexão longa indo de Singapura pra Myanmar, na minha 1ª AsiaTrip. Veja o roteiro completo aqui: Roteiro de Viagem Sudeste Asiático.

Nosso tempo por lá foi curtinho mas deu pra conhecer os lugares que eu queria, as Petronas e também as Batu Caves, que visitei na manhã seguinte. Já as Petronas, optei por conhecer à noite, quando elas ficam iluminadas e ainda mais bonitas.

Pra conhecer as torres é só chegar lá em frente, olhar pra cima e pronto, ficar de queixo caído! Elas são enormes! São 88 andares e 452 metros de altura! Impressionante, não? Ao vivo, ali na hora então... 😍



Também é possível subir até o topo, mas nós nos contentamos com a vista externa mesmo e optamos por outra torre também famosa na cidade, a KL Tower. Primeiro porque ela tem uma vista linda das Petronas e isso por si só já valeria. Afinal de contas, se você subir nas Petronas, não conseguirá vê-la. Claro! rs. Mas se você fizer questão de subir lá, dá uma olhada aqui nesse site pra saber preços, horários, etc e tal.

Outro lugar que tem uma vista incrível das Petronas é o o Sky Bar. Ele fica no Hotel Traders que, nem preciso dizer, é super bem localizado e tem um preço bem acessível dá uma olhada aqui. E só de ter as Petronas lá na sua janela já valeria a pena, né não? rs. Mas mesmo que você não se hospede lá, vale a pena pelo menos visitar o bar que é bem legal. 



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Foto de hoje: Petronas Tower, em Kuala Lumpur.


As lindas Petronas Towers, principal atração de Kuala Lumpur.


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RêVivendo Fotografias: Ruínas de My Son - Vietnã

Renata Campos | 19.2.18 | | | | | | 4 Comentários
O Complexo de "My Son" é um conjunto de templos hindus construídos pela civilização Champa, entre os séculos VII e XIII, na área central do Vietnã. Hoje, restam apenas as ruínas de aproximadamente 70 monumentos. Mas o local está relativamente bem preservado, tanto que leva o título de Patrimônio Mundial da UNESCO.


As ruínas ficam numa região de montanhas e estão espalhadas numa área de mata semi circular de aproximadamente 2km. A caminhada é tranquila e bem interessante. Achei que as ruínas lembram muito os templos de Siem Reap, no Camboja. Pra quem já visitou as ruínas do Camboja, My Son acaba ficando um pouco sem graça. De toda forma, achei o passeio legalzinho. Não diria imperdível. Mas se você tiver tempo sobrando, vale a pena fazer a visita. Caso contrário, melhor ficar curtindo Hoi An, que é uma graça de cidade. 

My Son fica a 50km de Hoi An, o que é perfeito pra um bate e volta de meio dia. Existem várias agências oferecendo tours de meio dia ou até de um dia inteiro, incluindo outras atrações no caminho. Olhamos um tour que saía às 8:30 da manhã e custava 8 dólares por pessoa (o que dá quase 200.000 dongs). Mas preferimos contrataram um motorista que nos cobrou 600.000 dongs pelo carro. Ou seja, os mesmos 200.000 dongs por pessoa (já que estávamos em 3 pessoas) que pagaríamos indo de ônibus com um monte de gente! Valeu super a pena! 

Contratamos o motorista direto com nosso hotel, o Quynh Chau Homestay, que na verdade, é uma guest house de um casal super fofo e simpático! Super recomendo! O lugar era ótimo, quarto grande, banheiro bom, café da manhã gostoso, muito bem localizado, preço excelente e os donos uns amores de pessoas. 


Enfim, como todos os tours saem pela manhã, nós marcamos com o motorista de sair às 14hs. Logo na entrada você verá a bilheteria para comprar o ticket de entrada que custa 150.000 dongs (quase o mesmo preço do transfer). Logo na entrada tem um museu que conta a história do lugar. Achei bem interessante e ótimo pra você entender melhor o que aconteceu por lá! Mas o ideal mesmo é você contratar um guia. Não que seja imprescindível, mas é legal pra entender melhor o lugar. 

Infelizmente, nós não conseguimos nenhum guia disponível pois disseram que já estava tarde. Era umas 15:30 e o lugar fechava às 17h. Portanto, se você faz questão de um guia de explicando a história do lugar, melhor chegar um pouco mais cedo. Nós fomos as últimas a ir embora de lá! Pegamos o último "carrinho" que faz o transporte do final da trilha até a portaria (e vice versa). 


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Foto de hoje: As ruínas de My Son - Vietnã

My Son, Hoi An, Vietna
As ruínas de My Son, no Vietnã

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Filipinas: Roteiro de Viagem

Renata Campos | 15.2.18 | | | | | | | | | | | | 15 Comentários
Roteiro Filipinas


Pensa num lugar paradisíaco! Com praias, lagoas, lagos e cachoeiras de águas inacreditavelmente azuis ou verdes! Tudo isso cercado por rochas, montanhas, coqueiros e outras árvores diversas! Cada paisagem mais linda que a outra! Assim são as Filipinas! Um verdadeiro pedaço do paraíso na Terra! 

Eu já sonhava com as Filipinas há tempos. Toda vez que eu via uma foto no Instagram, eu suspirava e pensava quando seria a minha vez de postar fotos daqueles lugares lindos que eu tanto queria conhecer! (Aproveitando a deixa... clica aqui esse link #RêVivendoFilipinas pra ver todas as fotos que publiquei desse país incrivelmente lindo!) 💗
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RêVivendo Fotografias: Kuang Si Falls - Laos

Renata Campos | 5.2.18 | | | | | | | 2 Comentários
A  Kuang Si Falls é um dos principais cartões postais do Laos. Desde a 1ª vez que eu vi uma foto dessa cachoeira, eu fiquei encantada com a beleza e a cor incrível da água! E foi aí que me despertou a vontade de conhecer  o país. Portanto, nada mais justo que o 1° post do Laos, seja justamente sobre ela, não é mesmo? 

A Kuang Si fica em Luang Prabang, cidadezinha fofa com vários outros atrativos e que merece que você separe alguns dias pra conhecê-la. Eu fiquei 3 dias inteiros e foi o suficiente pra conhecer tudo o que queria. Mas tendo mais tempo, fique mais. A cidade tem um clima super gostoso e vale a pena conhecê-la com calma e curtir cada cantinho. 
Para chegar até a cachoeira, que fica a cerca de 40 minutos do centrinho de Luang Prabang. Para chegar lá você ir num tour com alguma agência ou contratar um tuk tuk particular, o que eu recomendo fortemente. Se você estiver sozinho, pode tentar achar outras pessoas pra rachar as despesas do tuk tuk ou mesmo ir de moto alugada. O ingresso de entrada custa 20.000 kips (± 8 reais - em dezembro de 2017).

Eu estava viajando com 2 amigas e fechamos nosso tuk tuk no nosso hotel mesmo (o Kinnaly Place House, que é simplesinho mas com funcionários ótimos e localização excelente), que saiu por 200.000 kips (± 80 reais) e o motorista ficou nos esperando umas 2 horas lá. Achei o tempo suficiente por estava muuuuuuito frio esse dia (saímos do hotel com 9 graus) e nós não teríamos coragem de entrar na água que também é muito fria! E olha que eu sou mineira, super acostumada com água de cachoeira gelada e (quase) sempre entro em todas as águas imagináveis, por mais geladas que sejam. Mas nesse dia não dava. Eu tava com tanto frio que nem cogitei a ideia de tirar a roupa e sentir ainda mais frio! Se ainda tivesse uma trilhazinha maior pra dar uma esquentada e tal. Mas não! O caminho lá é super de boa. Nem dá pra cansar ou suar! rs


Sendo um dos principais atrativos da cidade, vocês podem imaginar que o lugar fique lotado, né? Pra tentar fugir das multidões, além de ir por conta própria, vá cedo. Nós saímos às 8h da manhã e quando chegamos lá não tinha quase ninguém. Pudemos curtir o lugar vazio, tirar várias fotos sem ninguém atrapalhando! Lá pelas 10:30 o lugar começou a encher e fomos embora um pouco depois! E olha que as vans de turismo, que geralmente saem de Luang Prabang às 11h ou às 14h, ainda nem tinham chegado lá! Talvez nesse horário eu até tivesse coragem de entrar na água...  hehe


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Foto de hoje: Kuang Si Falls - Laos

O que fazer em Luang Prabang. Laos
Uma das quedas da incrível Kuang Si Falls!
Mesmo sem sol, é linda a cor da água, né?


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RêVivendo Fotografias: Hong Island - Tailândia

Renata Campos | 20.11.17 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
As praias da Tailândia são mundialmente conhecidas por sua beleza. Tarefa impossível é escolher a mais bonita. Até porque são tantas ilhas e tantas praias que é bem difícil alguém conhecer tudo. Como eu já contei no post sobre o meu roteiro de viagem, eu conheci apenas Railay Beach e Phi Phi, 2 ilhazinhas próximas, mas completamente diferentes. Não me peçam pra escolher entre uma e outra que eu não consigo, cada uma tem seu charme especial. 

Mas uma das praias que eu mais gostei foi a Hong Island que, como o nome já diz, é uma ilha. Essa é uma das várias ilhazinhas espalhadas no meio do mar tailandês. A melhor forma de chegar até lá é fazendo um passeio de barco a partir de Krabi ou de Railay Beach. Eu sai de Railay já que estava hospedada lá). Você pode optar por fazer um passeio de barco tradicional e coletivo ou fazer um passeio privativo com um long tail, um daqueles barquinhos tailandeses típicos. 


Eu recomendo muito que você faça o passeio privativo, mesmo que ele saia mais caro. Se estiver sozinho ou com poucas pessoas, tende encontrar outras pra dividir as despesas e negocie muuuuito um valor camarada. Você vai ter muito mais liberdade e pode ficar quanto tempo quiser, onde quiser. Sem falar que você escolhe a hora de sair e de chegar, podendo fugir das multidões que chegam nos barcos comunitários. 

Eu, infelizmente, acabei fazendo um passeio desses comunitários muito a contra gosto, diga-se de passagem. Mas chegamos tarde em Railay e não conseguimos negociar com nenhum barqueiro o passeio pro dia anterior. Aí meus amigos ficaram com receio de não conseguirmos barco de última hora, o que já adianto é bem difícil de acontecer. E também ficaram tentados pois o barco comum era mais barato e ainda oferecia almoço! Resultado: pegamos todos os lugares lotados!! 😪


Bom, mas ainda assim, pudemos aproveitar muito. Embora as outras praias que visitamos estivessem lotadas, o atrativo principal, que era a Hong Beach, ainda estava relativamente vazia quando chegamos. Então deu pra curtir. Mas ela foi enchendo horrores depois. Menos mal que a praia é bem grande, então não fica uma muvuca horrorosa tipo a Maya Bay, em Phi Phi. E olha que ainda é preciso pagar uma taxa extra de 30 baht pra ficar na praia, já que ela faz parte de um Parque Nacional. 

No dia seguinte, consegui convencer meus amigos a contratarmos um long tail privativo e a história foi outra. Conseguimos fugir das multidões e pegar os lugares bem tranquilos. Portanto, a não ser que não exista mesmo outra opção, ou que você não se importe com as multidões, opte sempre por um barco privativo!


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Foto de hoje: Hong Island - Tailândia

Hong Beach Krabi
Hong Island, uma das praias mais lindas da Tailândia. 
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RêVivendo Fotografias: o Complexo de Angkor Wat Camboja

Renata Campos | 2.10.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Angkor Wat é um incrível templo localizado na cidade de Siem Reap, no Camboja. Ele é o maior templo religioso atualmente existente no mundo, tendo mais de 400 km² de extensão! Deu pra sentir o drama? Ele é gigantescoooo 😱

Angkor já foi, inclusive, considerada a maior cidade do mundo com quase um milhão de habitantes! Foi a sede do Império Khmer que reinou entre os séculos IX e XV e dominou grande parte do Sudeste Asiático. A história do lugar é riquíssima e interessantíssima! Vocês podem imaginar o qual especial é visitar esse lugar, conhecer as construções e mesmo suas ruínas e imaginar como era a vida ali alguns séculos atrás! É, literalmente, uma viagem no tempo! 

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O complexo de Angkor é tão grande que você vai precisar de vários dias pra visitá-lo por completo. São vários templos espalhados por uma área enorme! Em apenas um dia você consegue ver os templos principais, mas eu sugiro que você reserve, pelo menos, uns 2 dias. Eu fiquei 3 e recomendo! Assim, você consegue ver tanto os templos mais famosões (e lotados), quanto os menos conhecidos e não por isso menos interessantes, tudo sem correria, curtindo o lugar no seu tempo. E ainda poderá assistir ao nascer do sol no templo, programa mega turístico, mega lotado mas lindíssimo! Falei sobre o nascer do sol em Angkor Wat com mais detalhes nesse post. 

Mas é bom você pesquisar direitinho antes de comprar os ingressos que não são nada baratos. Quando eu fui (janeiro/2017) o ingresso válido para 3 dias custava 40 dólares. Valor que em fevereiro foi reajustado para 62 dólares!!!!! Super inflação, né? Pois é... O ingresso para apenas um dia, agora, custa 37 dólares e o de 7 dias, 72 dólares. E só existem esses 3 ingressos: para 1, 3 ou 7 dias! Portanto, se você quiser ir 2 dias, terá que comprar o ingresso de 3 obrigatoriamente! Acesse o site oficial para mais detalhes e informações.


Além de programar quantos dias você terá para visitar os templos, você também precisa programar qual será o seu meio de locomoção de e para Siem Reap, que fica a cerca de 8 km de Angkor Wat, mas também entre os templos que ficam distantes uns dos outros. São 400 km², tá lembrado? A maneira mais comum de fazer a visita é de tuk tuk, transporte tipicamente asiático. Mas também existe a opção de fazer através de agências com van com ar condicionado ou ainda moto ou bicicleta o que, eu não recomendo. As distâncias são grandes e o calor maior ainda! 

Eu fiz os 3 dias de tuk tuk, que contratei diretamente na pousada onde me hospedei, a Tanei Boutique Villa que tem um bom custo x benefício e ótima localização, fica pertinho da Pub Street (que lugar é esse, minha gente? 😍), uma rua cheia de bares e restaurantes e do Night Market. 


Nós pagamos 15 dólares por dia num tuk tuk que leva até 4 pessoas. Ou seja, o dia inteiro de passeio saiu por menos de 4 dólares pra cada. Muito barato, né? Tanto que, ao final do 3° dia, a gente acabou dando até mais pro nosso motorista/guia que era a simpatia, eficiência e simplicidade em pessoa! E foi super merecido.


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Foto de hoje: O complexo de Angkor Wat, no Camboja


Templo de Angkor Wat, no Camboja
O incrível e lindíssimo complexo de Angkor Wat, no Camboja.

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RêVivendo Fotografias: Templo Branco de Chiang Rai, Tailândia

Renata Campos | 18.9.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Desde a primeira vez que eu vi uma foto do Templo Branco (White Temple ou ainda Wat Rong Khun) de Chiang Rai, na Tailândia, eu fiquei morrendo de vontade de conhecê-lo. Gente, que lugar incrível! E lindo! Se você estiver programando uma viagem à Tailândia, não deixe de incluí-lo no seu roteiro.

O Templo Branco não é exatamente um templo budista, como vemos em todas as outras cidades da Tailândia e de muitos outros países da Ásia, em geral. Quer dizer, até já foi! Mas, atualmente, ele é uma "viagem" muito louca do artista tailandês Chalermchai Kositpipat, que comprou o antigo templo e decidiu reformá-lo do seu jeito. Afinal de contas, o dinheiro é dele e ele faz o que bem quiser, não é mesmo? rs. 
Bom, o resultado é esse templo magnífico completamente branco! Absolutamente tudo nele é branco! Impressionante! Segundo o artista, ele é branco pra representar a pureza do Buda. Apesar de ter vários elementos budistas no templo, tem também muita arte moderna ali também. E é exatamente isso que faz tanto sucesso e atrai tanta gente.

Para entrar no templo propriamente dito, existe uma rampa que te levará ao "paraíso" mas, pra isso, é preciso passar pelo "inferno". São várias esculturas de braços levantados (como se tivesse pedindo socorro) e rostos desfigurados. Lá dentro - onde infelizmente não é permitido fotografar, nem filmar - as paredes são todas decoradas com figuras que misturam a cultura pop, com história, mitologia, filmes e até desenhos animados. Dá pra ficar horas ali só observando, de boca aberta, toda aquela mistura de gêneros. 


Dentro do templo e no seu entorno, você encontrará várias esculturas e gravuras de Wolverine a George Bush, de Osama Bin Laden a Malévola, de Michael Jackson a Freddy Krueger, passando por Batman, Avatar, Kung Fu Panda, Harry Potter, Marvel, Angry Birds e por aí vai... Acho que já deu pra entender um pouquinho de quão louco é o lugar, né?

Portanto, vá com calma e fique atento a todos os detalhes, que são muitos. E ainda terá muuuito mais. É que a previsão de término do templo é só em 20170!!! Isso mesmo! A reforma do templo começou a ser feita em 1998, ou seja, há 19 anos. Mas ainda teremos mais de 50 anos de reforma pela frente. Já imaginou? 

Enfim, seja agora, daqui a 5 anos ou 40 anos, não importa quando, apenas vá! Esse lugar é incrível! Ainda vou escrever um post específico sobre o isso, mas já adianto o meu conselho: fique, ao menos, uma noite em Chiang Rai. A maioria das pessoas faz um bate e volta de Chiang Mai.

Só que, além de ser cansativo (são de 3h a 4h só pra ir) e fazer outras paradas em lugares nada interessantes, você fica relativamente pouco tempo no Templo Branco e chegará no mesmo horário de dezenas de outras excursões do tipo. Ou seja, vai pegar o lugar lotaaaado de gente! Sem falar que Chiang Rai tem vários outros lugares interessantes pra você visitar, como o Templo Azul e o Big Buda, pra dizer o mínimo. 

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Eu fiquei hospedada no Na-Rak-O Resort que, apesar do no nome, não é um resort como os que a gente conhece aqui, mas sim uma pousadinha super gracinha com uma decoração fofa. E que fica muito bem localizada, próxima ao Clock Tower e ao Night Market que são, digamos, as principais atrações noturnas da cidade. Super recomendo! 



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Foto de hoje: Templo Branco de Chiang Rai, Tailândia

White Temple. Chiang Rai. Tailândia
O lindo Templo Branco de Chiang Rai

➤ Confira todos os posts já publicados sobre a Tailândia, aqui: RêVivendo a Tailândia

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RêVivendo Fotografias: Batu Caves - Malásia

Renata Campos | 7.8.17 | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O grande motivo pra incluirmos a Malásia no nosso roteiro de viagem pro Sudeste Asiático (veja o roteiro completo nesse post) foi a Batu Caves, além das Petronas Towers, claro! Eu via fotos da caverna e ficava impressionada com a grandeza daquilo tudo! 

As Batu Caves são cavernas onde foram construídos templos hindus. Muito mas do que uma atração turística, as cavernas são realmente um lugar onde as pessoas vão para fazer suas orações. Atraem, portanto, milhares de pessoas por dia. O movimento de pessoas ali, entre turistas (curiosos ou religiosos) e locais, é sempre grande e constante. Esse é um dos principais templos hindus fora da Índia, portanto vive sempre lotado.


São vários templos espalhados em lugares diferentes, sendo o principal e maior de todos, um que fica no alto de uma escadaria gigantesca de 272 degraus. A gente já começa pagando os pecados logo ali! rs Mas se serve de consolo, o salão é enorme e muito bonito. Vale a pena o esforço. Só tenha cuidado com as dezenas de macacos que ficam nas escadas roubando comida, câmera, bolsa e tudo mais que estiver "dando mole". 

Mas o que mais chama atenção no lugar, não são as cavernas em si, mas a enorme estátua dourada do Deus Murugan, que fica ao lado da escadaria que leva à caverna principal. A estátua tem 43 metros de altura! A título de comparação, ela é quase tão alta quanto a Estátua da Liberdade, que tem 46 metros, e bem maior que o Cristo Redentor, que tem "apenas" 30 metros de altura. 

As Batu Caves ficam a menos de 20km de Kuala Lumpur, a capital da Malásia. É super fácil e barato chegar lá de transporte público. Existem trens que saem da KL Sentral, a estação central de trens, metrô e ônibus de Kuala Lumpur. A passagem custa pouco mais de 2 reais e o trajeto dura cerca de meia hora. Nós estávamos hospedadas próximas à KL Sentral (no Hotel China Town Inn) mas se você não estiver, pode chegar lá de transporte público tranquilamente e de lá pegar o trem pras Batu Caves. 


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Foto de hoje: Batu Caves


Batu Caves Kuala Lumpur Malásia
A enorme estátua do Deus Murugan na entrada da principal caverna das Batu Caves, na Malásia

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Por que NÃO andar em elefante na Tailândia?

Renata Campos | 18.4.17 | | | | | | | | | 6 Comentários
exploração de elefantes Asia


A Tailândia é um paraíso! Um lugar incrível, exótico, encantador! Isso ninguém pode negar! Maaass, também tem lá seus problemas, como todo e qualquer lugar! O país (e seus vizinhos também) tem um histórico horrível de exploração de elefantes! Até 1989, eles "trabalhavam" carregando troncos de árvores na indústria madeireira. Essa prática foi proibida, mas ainda existe outra que, se bobear é até mais cruel: a exploração dos elefantes no turismo!
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RêVivendo Fotografias: Phi Phi Viewpoint

Renata Campos | 13.3.17 | | | | | | | 1 Comentário
Se tem uma coisa que eu curto demais é ver os lugares de cima! Adoro mirantes, adoro vistas panorâmicas! Se não precisar de esforço nenhum pra chegar lá, melhor ainda! Haha Pena que nem sempre é assim, né? Mas ok! Se a vista valer a pena mesmo, eu encaro a subida super de boa! Inclusive, já escrevi sobre vários mirantes aqui no blog, alguns de fácil acesso e outros nem tanto. Mas sempre com vistas lindas! 

Hoje vou falar de um dos mirantes que conheci nessa minha última viagem. Obviamente que um país tão lindo como a Tailândia não poderia deixar de ter um mirante à sua altura, não é mesmo? Aliás um não, vários! Falei umas semanas atrás, aqui mesmo no RêVivendo Fotografias, sobre o Sky Bar de Bangkok, um lugar lindo, de fácil acesso (é só subir um elevador rs) e com uma vista maravilhosa de Bangkok! 

E hoje vou falar um outro mirante, dessa vez com um acesso mais complicadinho e que demanda (bem) mais esforço, mas que vale muito a pena: o Viewpoint de Phi Phi. A vista lá de cima compensa todas as suas muitas gotas de suor! Como a ilha é pequena, é possível ter uma visão dela praticamente inteira lá de cima! Bom, pelo menos das praias principais e da vilinha.  
Para chegar lá procure pelas placas de "Viewpoint - Shortcut" (ou algo do gênero). É que existem 2 caminhos e o outro é bem mais longo e menos interessante. Esse "short cut" começa por uma looooonga escadaria... pare pra respirar e descansar quantas vezes quiser! A escadaria já é cansativa e aliada ao calooor fica tudo muito pior! Ahh e não deixe de levar água! Você vai precisar, e muito, durante toda a subida. Ao final da escadaria, você terá que pagar 30 baht (menos de 3 reais) para ter acesso ao local. Um turista desavisado pode imaginar que chegou até o final, mas não! Sinto dizer que você não está tipo na metade do caminho, ou nem isso. Eu sei, você pagou o ingresso ali e tem um placa enorme pra tirar foto escrito "I love Phi Phi", não é esse o lugar? Não! Esse é apenas o Viewpoint 1 e são 3! O 2° fica ali bem próximo e tem um vista bem parecida também. Agora, o melhor de todos mesmo, aquele com a vista mais bonita e super tradicional, é o 3° viewpoint. Bora subir mais então? 

Descanse um pouco, tire várias fotos, beba água, recupere e continue porque ainda tem muita subida pela frente. Dessa vez, a subida não e feita por escadas, mas por uma trilha. Depois de mais alguns minutos e muuuuuitas gotas de suor, pronto! Você finalmente chegou ao 3° Viewpoint. Procure um lugar pra sentar e apreciar a vista linda de Phi Phi! Lá em cima tem uma lanchonete que vende água, bebidas e uns snacks pra você recuperar a energia e matar a sede! 

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Eu fui no final do dia e fiquei até o anoitecer! E sugiro que você faça o mesmo! Além do tempo ser um pouco mais fresco (mas vai ser quente de todo jeito, não se iluda rs), você ainda pode ver o pôr do sol e a noite cair! Quando eu fui, o dia estava meio nublado e não rolou pôr do sol, mas ainda assim foi bem bacana ver a paisagem se transformando e as luzes se acendendo à medida que a noite ia chegando. Só não se esqueça de levar repelente! Eu quase não tive problemas com mosquitos na viagem, mas lá em cima eles me atacaram! hehe 

Bom, e pra descer todo santo ajuda! A descida é bem mas rápida, claro! Não lembro o tempo que gastamos, nem pra subir, nem pra descer! Mas dizem que a média de tempo gasto na subida é de mais ou menos meia hora. Isso vai depender do seu ritmo, do seu preparo físico, de quantas paradas e quantas fotos tirar no percurso! E não se preocupe, o caminho é iluminado, caso você desça à noite, como eu, não terá problemas!


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Foto de hoje: Phi Phi Viewpoint


Phi Phi Viewpoint
Vista do alto do 3° Viewpoint. Na foto dá pra ver a vila de Phi Phi ao centro, a praia de Tonsai (e o píer) do lado esquerdo e a praia de Ao Lo Dalam, à direita. 

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Como chegar em Phi Phi

Renata Campos | 9.3.17 | | | | | | | | 20 Comentários
dicas da tailandia


O título desse post bem que poderia ser: Como chegar no Paraíso!
Porque Phi Phi é o que afinal? Um paraíso, oras!

É bem verdade que a Tailândia tem outras tantas praias paradisíacas. Infelizmente, não consegui conhecer tudo. Longe disso, aliás. Além de Phi Phi conheci apenas Railay Beach, outra praia ali próxima e também paradisíaca. Mas já estou louca pra voltar e explorar melhor a região.

Como todo paraíso que se preze chegar lá não é tarefa das mais fáceis. Não que seja difícil, até porque tem várias outras praias tailandesas nas quais o acesso é bem mais complicado. Mas é meio chatinho e demorado, já que envolve vários meios de transporte: avião + carro/bus + barco. Ou você achou que era só pegar um avião e pronto? Nananinanão! Pra chegar ao paraíso é preciso um pouquinho mais de esforço.


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RêVivendo Fotografias: Gardens by the Bay

Renata Campos | 6.3.17 | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O Gardens by the Bay é uma das principais atrações turísticas de Cingapura (ou Singapura, como queiram). Mas é uma atração recebente também, foi inaugurada em 2012... então se você viajou pra Cingapura antes disso, já tá na hora de voltar pra conhecer essa maravilha! rs

Como o nome diz, esse é o "jardim da baía" que, no caso é a Marina Bay, uma área linda cheia de restaurantes, lojas e bares e com uma vista linda da baía e dos prédios do entorno. É ali também que se encontra o hotel mais famoso do país e um dos mais famosos do mundo! O Marina Bay Sands que tem a piscina mais alta do mundo! Um luxo só!  


O melhor de tudo é que o Gardens by the Bay é uma atração gratuita. Ele  foi projetado não apenas para turistas mas também, e principalmente, pra população local. Não é preciso pagar nada para andar pela área comum que nem é muito grande, pra falar a verdade. Assim que entramos vimos que tinha aqueles carrinhos pra levar os turistas e compramos o ticket pois imaginamos que seria algo tipo o Inhotim, com distâncias enormes e onde o carrinho ajuda bastante pra percorrer os lugares mais distantes e ainda poupa tempo. Mas que nada! Quase morri de ódio (e de vergonha também) quando o carrinho fez sua primeira (e única pra mim) parada! Portanto, a não ser que você tenha alguma dificuldade séria de locomoção, não pense no carrinho!

Bom, a área comum do Gardens by the Bay onde ficam os jardins, os restaurantes e as famosas Supertrees Grove é gratuita. Mas se você quiser entrar nas atrações que eles chamam de "conservatórios", como a Flower Dome e a Cloud Florest. terá que pagar 28 dólares de Cingapura (± 62 reais). Eu paguei e achei bacana, mas nada de extraordinário! Sou bióloga, né? Então gosto desse tipo de coisa. Vai do seu gosto, mas não é imperdível. Agora, algo que acho que vale a pena pagar (SGD 8 = 18 reais) é o OCBC Skyway uma passarela pela qual você caminha entre as SuperTrees, a parte mais bacana de todo o complexo. A vista da cidade lá de cima é linda!

Bom, mas explicando melhor, as SuperTrees Grove são árvores enormes artificiais (de 25 a 50 metros de altura) que são, digamos, "decoradas" com plantas de verdade. Super legal! E elas ainda são sustentáveis, captam água de chuva para uso da água posteriormente e também possuem células fotovoltaicas  capazes de armazenar energia que é utilizada para sua iluminação à noite.


Esse é, portanto, um lugar que você deve visitar durante o dia e também à noite! Todos os dias às 19:45 e 20:45 acontece um show de luzes e som bem legal nas Supertrees. Vale super a pena se programar pra assistir. 

O Gardens by the Bay está aberto diariamente das 5h da manhã às 2h da madrugada. Pra chegar lá é só pegar o metrô (MRT) e descer na estação Bayfront (saída B). Para mais informações acesse: www.gardensbythebay.com.sg


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Foto de hoje: Gardens by the bay


O que fazer em cingapura
As lindas Supertree Grove do Garden by the Bay




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Como se locomover na Tailândia

Renata Campos | 23.2.17 | | | | | | | | | | | 1 Comentário

Dicas da Tailândia


Esse post é pra você que está programando uma viagem à Tailândia e não sabe exatamente como se locomover por lá. Não sei se vocês também têm essa impressão (eu tinha) de que é tudo muito difícil, complicado e meio caótico por lá. Pois saiba que você está completamente enganado! É tudo super simples e fácil! Não tem segredo algum!

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