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RêVivendo Fotografias: o Complexo de Angkor Wat Camboja

Renata Campos | 2.10.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Angkor Wat é um incrível templo localizado na cidade de Siem Reap, no Camboja. Ele é o maior templo religioso atualmente existente no mundo, tendo mais de 400 km² de extensão! Deu pra sentir o drama? Ele é gigantescoooo 😱

Angkor já foi, inclusive, considerada a maior cidade do mundo com quase um milhão de habitantes! Foi a sede do Império Khmer que reinou entre os séculos IX e XV e dominou grande parte do Sudeste Asiático. A história do lugar é riquíssima e interessantíssima! Vocês podem imaginar o qual especial é visitar esse lugar, conhecer as construções e mesmo suas ruínas e imaginar como era a vida ali alguns séculos atrás! É, literalmente, uma viagem no tempo! 

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O complexo de Angkor é tão grande que você vai precisar de vários dias pra visitá-lo por completo. São vários templos espalhados por uma área enorme! Em apenas um dia você consegue ver os templos principais, mas eu sugiro que você reserve, pelo menos, uns 2 dias. Eu fiquei 3 e recomendo! Assim, você consegue ver tanto os templos mais famosões (e lotados), quanto os menos conhecidos e não por isso menos interessantes, tudo sem correria, curtindo o lugar no seu tempo. E ainda poderá assistir ao nascer do sol no templo, programa mega turístico, mega lotado mas lindíssimo! Falei sobre o nascer do sol em Angkor Wat com mais detalhes nesse post

Mas é bom você pesquisar direitinho antes de comprar os ingressos que não são nada baratos. Quando eu fui (janeiro/2017) o ingresso válido para 3 dias custava 40 dólares. Valor que em fevereiro foi reajustado para 62 dólares!!!!! Super inflação, né? Pois é... O ingresso para apenas um dia, agora, custa 37 dólares e o de 7 dias, 72 dólares. E só existem esses 3 ingressos: para 1, 3 ou 7 dias! Portanto, se você quiser ir 2 dias, terá que comprar o ingresso de 3 obrigatoriamente! Acesse o site oficial para mais detalhes e informações.


Além de programar quantos dias você terá para visitar os templos, você também precisa programar qual será o seu meio de locomoção de e para Siem Reap, que fica a cerca de 8 km de Angkor Wat, mas também entre os templos que ficam distantes uns dos outros. São 400 km², tá lembrado? A maneira mais comum de fazer a visita é de tuk tuk, transporte tipicamente asiático. Mas também existe a opção de fazer através de agências com van com ar condicionado ou ainda moto ou bicicleta o que, eu não recomendo. As distâncias são grandes e o calor maior ainda! 

Eu fiz os 3 dias de tuk tuk, que contratei diretamente na pousada onde me hospedei, a Tanei Boutique Villa que tem um bom custo x benefício e ótima localização, fica pertinho da Pub Street (que lugar é esse, minha gente? 😍), uma rua cheia de bares e restaurantes e do Night Market


Nós pagamos 15 dólares por dia num tuk tuk que leva até 4 pessoas. Ou seja, o dia inteiro de passeio saiu por menos de 4 dólares pra cada. Muito barato, né? Tanto que, ao final do 3° dia, a gente acabou dando até mais pro nosso motorista/guia que era a simpatia, eficiência e simplicidade em pessoa! E foi super merecido.


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Foto de hojeO complexo de Angkor Wat, no Camboja


Templo de Angkor Wat, no Camboja
O incrível e lindíssimo complexo de Angkor Wat, no Camboja.

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RêVivendo Fotografias: Praia da Cueira, Boipeba - BA

Renata Campos | 25.9.17 | | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
A ilha de Boipeba, no sul da Bahia, é um verdadeiro paraíso na Terra. Lugar pequeninho, tranquilo, onde se faz tudo a pé e carro não entra! E pra completar ainda tem praias ma-ra-vi-lho-sas e quase desertas! 

Entre elas se destaca a praia da Cueira que, pra mim, é uma das mais bonitas do Brasil! Praia enorme, lotaaada de coqueiros, água verdinha e deliciosa! Não sei se é porque eu sou apaixonada por coqueiros, mas acho essa praia uma coisa espetacular! Fico babando nela! Já estive 3 vezes em Boipeba e fico de queixo caído toda vez que chego lá! É linda demaaais, gente! 

Bom, mas das 3 vezes que estive em Boipeba somente em uma delas eu dormi na ilha. Nas outras 2 vezes eu fiz apenas um bate e volta de Morro de São Paulo, o que eu, definitivamente, NÃO recomendo! O motivo? Bom, simplesmente porque você não vai conseguir curtir a ilha direito. Ok.. vai passar por Moreré (outra praia super gostosinha de lá), fazer snorkel (que só vale mesmo a pena se a maré estiver baixa) e chegar na liiinda praia da Cueira. Mas o tempo pra tudo é bem curtinho. Sem falar que o tour também passa por outros lugares não tão interessantes. 

Se você puder se programe pra passar uns 3 dias em Boipeba pra conhecê-la bem e curtir com calma toda a sua tranquilidade. Existem pousadas super gostosinhas que por si só já valem a viagem. Até escrevi um post com dicas de onde ficar em Boipeba. Bom, mas se você não tiver tempo meeesmo, faça o bate e volta então. Pelo menos você vai conhecer a linda praia da Cueira. Mas saiba que isso só vai aumentar sua vontade de conhecer melhor Boipeba! hehe


Pra saber tudo sobre essa ilha deliciosa e suas praias, leia o post RêVivendo a ilha de Boipeba e veja como esse lugar é delicioso. E se resolver ir direto pra lá... com ou sem pit stop na vizinha Morro de São Paulo, veja esse post que escrevi explicando direitinho como chegar em Boipeba


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Foto de hojePraia da Cueira, na Ilha de Boipeba. Bahia. 

o que fazer na ilha de Boipeba, na Bahia
A linda praia da Cueira, na Ilha de Boipeba. Bahia

Veja outras fotos da linda ilha de Boipeba no Instagram do blog @revivendoviagens
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Dica de Hospedagem em Luminárias MG

Renata Campos | 21.9.17 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Dica de hotel em Luminárias MG


Luminárias é uma cidadezinha minúscula (menos de 6 mil habitantes) no Sul de Minas Gerais que conheci em 2009 e tive o prazer de voltar agora, em 2017. De lá pra cá, praticamente nada mudou por lá. A cidade continua vivendo naquele mesmo ritmo interiorano, onde todo mundo se conhece e se encontra na praça central, com a igreja ao fundo e comércio ao redor.

A oferta de hospedagem também continua a mesma, ou seja, quase nenhuma. Acho que não existe nem meia dúzia de pousadas na cidade que, em sua maioria, ficam na área central e são bem simples. Maaaas, para nooossa alegriaaa, Luminárias tem uma pousada super gracinha, que por si só já valeria a visita. Tô falando da Pousada Serra da Luz.

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RêVivendo Fotografias: Templo Branco de Chiang Rai, Tailândia

Renata Campos | 18.9.17 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Desde a primeira vez que eu vi uma foto do Templo Branco (White Temple ou ainda Wat Rong Khun) de Chiang Rai, na Tailândia, eu fiquei morrendo de vontade de conhecê-lo. Gente, que lugar incrível! E lindo! Se você estiver programando uma viagem à Tailândia, não deixe de incluí-lo no seu roteiro. 
O Templo Branco não é exatamente um templo budista, como vemos em todas as outras cidades da Tailândia e de muitos outros países da Ásia, em geral. Quer dizer, até já foi! Mas, atualmente, ele é uma "viagem" muito louca do artista tailandês Chalermchai Kositpipat, que comprou o antigo templo e decidiu reformá-lo do seu jeito. Afinal de contas, o dinheiro é dele e ele faz o que bem quiser, não é mesmo? rs. 

Bom, o resultado é esse templo magnífico completamente branco! Absolutamente tudo nele é branco! Impressionante! Segundo o artista, ele é branco pra representar a pureza do Buda. Apesar de ter vários elementos budistas no templo, tem também muita arte moderna ali também. E é exatamente isso que faz tanto sucesso e atrai tanta gente. Para entrar no templo propriamente dito, existe uma rampa que te levará ao "paraíso" mas, pra isso, é preciso passar pelo "inferno". São várias esculturas de braços levantados (como se tivesse pedindo socorro) e rostos desfigurados. Lá dentro - onde infelizmente não é permitido fotografar, nem filmar - as paredes são todas decoradas com figuras que misturam a cultura pop, com história, mitologia, filmes e até desenhos animados. Dá pra ficar horas ali só observando, de boca aberta, toda aquela mistura de gêneros. 


Dentro do templo e no seu entorno, você encontrará várias esculturas e gravuras de Wolverine a George Bush, de Osama Bin Laden a Malévola, de Michael Jackson a Freddy Krueger, passando por Batman, Avatar, Kung Fu Panda, Harry Potter, Marvel, Angry Birds e por aí vai... Acho que já deu pra entender um pouquinho de quão louco é o lugar, né? Portanto, vá com calma e fique atento a todos os detalhes, que são muitos. E ainda terá muuuito mais. É que a previsão de término do templo é só em 20170!!! Isso mesmo! A reforma do templo começou a ser feita em 1998, ou seja, há 19 anos. Mas ainda teremos mais de 50 anos de reforma pela frente. Já imaginou? 

Enfim, seja agora, daqui a 5 anos ou 40 anos, não importa quando, apenas vá! Esse lugar é incrível! Ainda vou escrever um post específico sobre o isso, mas já adianto o meu conselho: fique, ao menos, uma noite em Chiang Rai. A maioria das pessoas faz um bate e volta de Chiang Mai. Só que, além de ser cansativo (são de 3h a 4h só pra ir) e fazer outras paradas em lugares nada interessantes, você fica relativamente pouco tempo no Templo Branco e chegará no mesmo horário de dezenas de outras excursões do tipo. Ou seja, vai pegar o lugar lotaaaado de gente! Sem falar que Chiang Rai tem vários outros lugares interessantes pra você visitar, como o Templo Azul e o Big Buda, pra dizer o mínimo. 

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Eu fiquei hospedada no Na-Rak-O Resort que, apesar do no nome, não é um resort como os que a gente conhece aqui, mas sim uma pousadinha super gracinha com uma decoração fofa. E que fica muito bem localizada, próxima ao Clock Tower e ao Night Market que são, digamos, as principais atrações noturnas da cidade. Super recomendo! 

Veja todos os posts sobre a Tailândia aqui: www.revivendoviagens.com/Tailandia


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Foto de hoje: Templo Branco de Chiang Rai, Tailândia

White Temple. Chiang Rai. Tailândia
O lindo Templo Branco de Chiang Rai

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RêVivendo Fotografias: Parque Nacional Krka, Croácia

Renata Campos | 11.9.17 | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O Parque Nacional dos Lagos Plitvice é um dos lugares mais conhecidos e visitados da Croácia (inclusive, falei dele no RêVivendo Fotografias da semana passada). Bom, mas apesar de Plitvice ser o mais famoso, e inegavelmente, o mais bonito, existem outros parques nacionais croatas que também merecem uma visita! Um deles é o Parque Nacional Krka (só não me perguntem como se fala isso porque é impossível reproduzir essas palavras croatas cheias de consoantes rs). 

Mas o Parque Nacional Krka fica estrategicamente posicionado entre as cidades de Split e Zadar, a cerca de uma hora de cada uma delas. Então, quem estiver fazendo uma road trip como fizemos, e recomendo, o Parque é uma parada estratégica pra conhecer um lugar lindo, diferente e curtir uma cachoeira de águas verdinhas! E o melhor, ao contrário de Plitvice, onde você só pode observar de "longe" aquela maravilha toda, em Krka você pode nada! E que água mais deliciosa, gente! Na temperatura ideal! Adorei! 

Mas a dica de ouro, como sempre, é: vá cedo! Porque por volta do meio dia o lugar fica completamente lotado!! O única cachoeira onde é permitido nadar é logo uma das primeiras. Então, o pessoal já chega e fica direto ali. Mas aproveite que está lá pra fazer as trilhas e explorar melhor o lugar. Cada paisagem mais linda que a outra! E a trilha tem apenas 2 km de extensão, é super tranquilinha, apesar de uma subidinhas mas chatinhas. Mas é bom pra suar bem e depois se refrescar nas águas da cachoeira principal. 

O Parque tem serviço de restaurante e lanchonete. Os preços e as opções de comida não são lá grandes coisas não. Então, se preferir, leve seu próprio lanche e faça um piquenique. Tem vários lugares perfeitos pra isso, muita área verde, muita sombra de árvores e mesmo mesinhas de madeira destinadas pra esse fim. 

Os preços e horários de visitação variam conforme a época do ano. No inverno, obviamente é mais barato (qual a graça de visitar no inverno também, né? rs) do que no verão e ele fica aberto por menos tempo. Sugiro consultar o site oficial (www.npkrka.hr) pra programar melhor sua visita e saber horários, atrativos, como chegar e preços atualizados. 


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Foto de hojeParque Nacional Krka, Croácia.

Cachoeiras da croácia
Parque Nacional Krka, na Croacia

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RêVivendo Fotografias: Lagos Plitvice, Croácia

Renata Campos | 4.9.17 | | | | | | 2 Comentários
Um dos lugares mais lindos da Croácia é o Parque Nacional dos Lagos Plitvice, ou Plitvicka Jezera na incompreensível língua croata. E olha que a tarefa de eleger o lugar mais bonito da Croácia é difícil, viu? Porque ô país pra ter lugar maravilhoso! Impressionante! 

Você deve estar se perguntando o que esse lugar tem de tão bonito, né? Tudo! rs. É um conjunto inigualável de paisagens incríveis, lagos com vários tons de azul e verde, cachoeiras de tamanhos diferentes, paredões de rochas enormes... tudo isso interligado por trilhas diversas. 

Pra conhecer o Parque todo (ou quase todo que seja), reserve um dia inteiro. Existem trilhas de diferentes tamanhos e tempo de duração que são identificadas por letras. Sendo a trilha A, a mais curtinha (3,5 km) e a trilha K, a mais longa (18 km). Mas você não precisa, necessariamente, seguir nenhuma trilha pré definida. É bom pra você se guiar e ir seguindo as plaquinhas, mas não é necessário! Eu mesma não segui nenhuma delas, fiz um trajeto louco da minha cabeça que, obviamente, já não lembro mais. Comprei um mapa na portaria e fui andar meio sem rumo certo. Quando aparecia uma encruzilhada ou quando eu tinha que decidir qual das trilhas seguir, eu olhava no mapa e via o que tinha de mais interessante e seguia por lá. Outras vezes eu nem olhava, seguia por um caminho que parecia mais bonito ou que tivesse menos gente. E de tempos em tempos dava uma olhada no mapa pra saber mais ou menos onde eu estava. 


Dessa forma eu consegui conhecer muita coisa e o melhor, sem multidão. Porque uma das coisas que eu mais lia era sobre as multidões que tomam conta do Parque principalmente no verão... e eu fui no início de julho. Mas a não ser em uns 2 ou 3 pontos específicos por onde várias trilhas passam, os outros lugares estavam super tranquilos, muitas vezes sem absolutamente ninguém! Acho que consegui isso porque não segui nenhuma trilha específica, muitas vezes eu estava na contra-mão da maioria das pessoas, outras vezes elas ainda não tinham chegado onde eu estava, porque estavam seguindo a trilha e outras já tinha saído de lá! 

Outro fator importantíssimo pra evitar multidões é chegar cedo! Pra isso o ideal é ficar hospedado o mais próximo possível do Parque, ou mesmo lá dentro, se você tiver cacife pra isso! Mas existem várias cidadezinhas no entorno que têm preços bem acessíveis. Eu fiquei em uma pousadinha fofa, a Pansion Izvor, em Korenica, cidadezinha que fica a 15 minutos da entrada do Parque. Dessa forma conseguimos chegar lá antes das 8h, que é o horário que o Parque abre. Muita gente fica em Zagreb (140 km), a capital da Croácia, ou mesmo em outras cidades como Zadar  (130km) ou ainda Split (260km). Mas aí acabam chegando no Parque mais tarde, quando já está lotado ou então têm que madrugar pra chegar lá num horário bom. 


Comecei a trilha por volta das 8h da manhã pelos Lagos Inferiores (Lower Lakes). Essa é a parte mais famosa, leia-se concorrida/lotada, do Parque. Muita gente se contenta só em visitar os 4 lagos que fazem parte desse circuito apenas. Então é sempre o local mais cheio, em qualquer hora do dia. Mas como comecei cedinho peguei o lugar super tranquilo. Depois segui para os Lagos Superiores (Upper Lakes) e rodei por alguns (não lembro quantos) dos seus 12 lagos. Antes das 15h eu já estava morta mas super satisfeita com taaaantas belezas que tinha visto naquele dia. 

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Foto de hoje: Parque Nacional dos Lagos Plitvice


Parque Nacional dos Lagos Plitvice, na Croácia
Um dos vários lagos lindos de Plitvice

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RêVivendo Fotografias: Parque Nacional de Sete Cidades

Renata Campos | 28.8.17 | | | | 2 Comentários
O Parque Nacional de Sete Cidades, localizado no Estado do Piauí, guarda um dos sítios arqueológicos mais importantes do Brasil. O Parque protege pinturas rupestres de cerca de 6 mil anos e formações geológicas de mais de 200 milhões de anos! Aliás, o lugar recebeu esse nome devido a essas formações rochosas que se agrupam formando o que pesquisadores consideram ser pequenas cidades. 

Na verdade, ninguém sabe bem ao certo como essas "cidades" foram formadas. São várias as teorias defendidas por cientistas e historiadores, mas não existe consenso. Alguns cientistas defendem que todas as formações, algumas com formatos bem peculiares, são fruto apenas da ação dos ventos, chuvas, calor e erosão. Já o o historiador austríaco Ludwig Schwennhagen acredita que são vestígios de uma cidade fenícia que existiu ali no passado. Mas a teoria mais, digamos, interessante é a do escritor suíço Erich von Däniken, autor de “Eram os deuses astronautas?” que atribui a construção das Sete Cidades à extraterrestres. 

Seja lá como tudo tenha surgido, o fato é que as formações rochosas são intrigantes e têm estilos bem diferentes de uma "cidade" pra outra. Algumas rochas tem formatos bem peculiares, como a pedra do elefante, do Rei, do beijo, de Dom Pedro I, dedo de Deus, mapa do Brasil, entre outras tantas que a sua imaginação permitir ver.

Sete Cidades fica a quase 200 km ao norte da capital Teresina e a 150 km de Parnaíba, a 1a cidade do litoral piauiense. Portanto, é uma parada bem estratégica pra quem, como eu, está fazendo um vagem de carro pelo Estado. Algumas pessoas fazem um batidão num dia só. Saem cedo de Teresina, visitam o Parque e seguem pro litoral no mesmo dia (ou vice-versa, começando a viagem pelo litoral). Se você estiver sem carro, existem ônibus saindo de Teresina pra lá em vários horários. A empresa que faz a rota é a Expresso Guanabara. 
Mas eu preferi dormir próximo ao Parque pra visitá-lo com calma e pegar os melhores horários. Eu fiquei no Hotel Califórnia que é o melhorzinho (mas ainda assim muito simples) da cidade de Piripiri, que fica a 20km do Parque. Reservei lá na hora mesmo. Assim, eu fiz a trilha maior e que leva ao mirante no fim do dia, com direito a um pôr do sol lindo e, no dia seguinte, visitei as outras "cidades" de manhã cedo. O calor é insuportável e qualquer horário no meio do dia é sofrido. 

Pra conhecer todas as cidades, de carro, você irá gastar umas 3 ou 4 horas, pelo menos. Também é possível fazer o percurso de bicicleta ou a pé. Mas, lembre-se do calor. E é quente de verdade, do tipo que existe "um sol pra cada pessoa", como dizem por lá! A entrada do Parque é grátis, mas para visitar o lugar você precisa, obrigatoriamente, de contratar um guia. Até porque apenas ver um monte de pedras, não faria sentido nenhum sem saber a história do lugar. Os guias cobram preços diferenciados para quem visita o lugar de carro, de bicicleta ou a pé, sendo o preço pro percurso de carro mais barato e a pé mais caro, obviamente porque o esforço e o tempo gasto são muito maiores. 

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Foto de hoje: Parque Nacional de Sete Cidades, Piauí. 


Parque Nacional de Sete Cidades Piauí
Um dos mirantes do Parque Nacional de Sete Cidades, no fim do dia. 

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Roteiro de Viagem Rio Grande do Norte

Renata Campos | 26.8.17 | | | | | | | | | | | 10 Comentários
Road trip rio grande do norte


Programando uma viagem pra Natal? Que tal sair um pouco do tradicional e visitar também outros lugares do Rio Grande do Norte!? E não estou falando apenas de fazer bate e voltas a partir de Natal não. Mas sim de conhecer mais a fundo e se hospedar em outras cidades lindas do Estado, que podem ser até mais interessantes do que a capital.

Ficou interessado? Confira então o roteiro da viagem de 11 dias que fiz percorrendo de carro toda a costa do Rio Grande do Norte.

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