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Rêvivendo Fotografias: Tsaritsyno Parque. Moscou

Renata Campos | 27.5.19 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Um lugar super legal e pouco turístico que conheci em Moscou foi o Tsaritsyno Museum-Reserve que fica no parque de mesmo nome. O lugar é enorme (assim como tudo na Rússia rs), tem mais de 400 hectares onde se encontra um grande palácio, jardins, fontes, pontes, arcos etc. 

A história do lugar é muito interessante e foi o que me despertou o interesse de conhecê-lo. Lá em 1775, a Imperatriz russa Catarina, a Grande, mandou construir no local um palácio para ser sua residência. Depois de 10 anos de obras, a imperatriz demitiu o arquiteto responsável e mandou destruir o palácio. E, então, a construção reiniciou praticamente do zero! 

Veja outras opções de hospedagem em Moscou 

Mas o palácio não chegou a ficar pronto. Catarina faleceu em 1796 e as obras foram paralisadas. Somente 200 anos depois, a construção e restauração do local foi retomada. E apenas em 2007, o Parque Tsaritsyno foi aberto ao público. O grande palácio funciona hoje como  museu de história e arquitetura. 

O Parque funciona todos os dias de 6h da manhã à meia noite. Já o complexo do Palácio, que abriga o museu, abre de terça a sexta de 10h às 18h, sábado de 10h às 20h e domingo de 10h às 19h. Já nas segundas-feiras, o museu não abre. 


O ingresso para visitar todo o complexo custa 780 rublos (algo em torno de 50 reais - em junho de 2018). Mas, quem não quiser visitar todo o Complexo pode comprar ingressos separados para atrativos específicos. Nesse caso, os preços variam de 150 a 350 rublos. E todo 3° domingo do mês, a entrada é grátis #FicaaDica 😉  Bom, mas mesmo que você não queira entrar no museu, vale a pena visitar o lugar para admirar as construções e os jardins. O lugar é bem bonito. 

Para chegar lá é só pegar o metrô da linha verde e descer na estação Tsaritsyno ou na Orekhovo. Eu cheguei pela estação Tsaritsyno, caminhei pelos jardins até o museu. Depois, fui embora pela estação Orekhovo, que é mais próxima do museu em si.

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RÊVIVENDO FOTOGRAFIAS 
Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hoje: Tsaritsyno Parque - Moscou, Rússia.


Parque Tsaritsyno Moscou Russia
Parte do grande Palácio, que hoje é um museu, no Parque Tsaritsyno


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Um passeio pelo Rio Liffey em Dublin

Renata Campos | 9.5.19 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Dublin Irlanda


O Rio Liffey é um dos principais da Irlanda. Nasce nas montanhas do condado de Wicklow até desaguar no mar em  Dublin e divide a cidade em 2 setores: a parte norte, onde ficam os "bairros" ímpares, tipo Dublin 1, Dublin 3, etc e tal; e a parte sul onde ficam as "Dublins pares". 
Ligando uma parte à outra da cidade, existem mais de 20 pontes que, por si só, são um atrativo turístico. Cada ponte conta com uma história própria, cada uma foi criada em épocas distintas e possuem arquiteturas totalmente diferentes entre si. Entre elas se destacam:

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RêVivendo Fotografias: Catedral do Sangue Derramado. São Petersburgo.

Renata Campos | 11.3.19 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Quando a gente pensa na Rússia vem logo à cabeça suas igrejas ortodoxas coloridas e maravilhosas, não é mesmo? Elas são, com certeza, uns dos principais atrativos turísticos da Rússia! E não deveriam ficar de fora de nenhum roteiro pelo país.

De todas que conheci, duas merecem destaque: a Catedral de São Basílio em Moscou, da qual já falei nesse post: Catedral de São Basílio, Moscou. e a Catedral do Sangue Derramado, em São Petersburgo, da qual eu falarei hoje.


O nome original do local é Igreja da Ressurreição do Cristo Salvador, mas ela é conhecida pelo nome de Igreja do Sangue Derramado pois foi construída como forma de homenagem ao Czar Alexandre II, que sofreu um atento e foi assassinado no local em 1881. 

A construção da igreja teve início 2 anos após o atentado, a mando de Alexandre III, como uma forma de lembrança ao assassinato do seu pai. Mas a obra só ficou pronta anos depois, em 1907, já no reinado de Nicolau II.

A igreja nunca funcionou como igreja mesmo, com missas e celebrações. Sempre foi um local de homenagem a Alexandre II e passou anos desativada durante a Revolução Russa. Ela chegou a servir até mesmo como depósito de batatas.

Como se não bastasse, durante a Segunda Guerra Mundial, São Petersburgo foi duramente bombardeada. Mas a igreja não apenas permaneceu firme e forte, como uma das bombas permaneceu intacta em sua cúpula sendo descoberta quase 20 anos depois! Isso aconteceu na década de 1970. A igreja então passou por anos de reparo, até ser inaugurada, em 1995, como museu estatal, onde é possível conhecer um pouco mais da história de Alexandre II assim como da própria igreja.  


Se por fora, a igreja é bonita como vocês podem ver na foto (apesar da cúpula estar em reparo quando eu estive lá em junho de 2018), por dentro então... nem tenho palavras pra descrever a maravilha do lugar. É de deixar qualquer um de queixo caído. As imagens são gigantescas, super coloridas e todas feitas em mosaico. Incrível! Eu fiquei séculos lá dentro boquiaberta, olhando cada detalhe, totalmente emocionada com tamanha beleza!

Ficaram curiosos pra ver o interior da igreja? Então dá só uma olhada nessas fotos que postei no Instagram pra vocês terem uma pequena noção do que eu estou falando. Eu também salvei os stories de com vídeos de lá, assim como de outros lugares lindos da cidade É só entrar no meu perfil do Instagram e procurar pelo destaque (aquelas "bolinhas" de destinos) de São Petersburgo. Ou clicar direto nesse link aqui pra assistir.

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Tá cheio de fotos lindas de  São Petersburgo lá! 
É só procurar pela hashtag #RêVivendoSãoPetersburgo

A igreja abre todos os dias (exceto quarta, que é fechada) de 10:30 às 18:00. Mas, de final de abril até final de setembro, funciona também num horário extra de 18:30 às 22:30. O preço do ingresso no horário normal é 250 rublos ±15 reais. E no horário extra 400 rublos (±23 reais). 

Minha dica de ouro: vá no horário extra!!! É infinitamente mais vazio e você vai poder conhecer o lugar com calma e sem a super lotação de turistas durante o dia, além de não pegar fila nenhuma pra comprar. Segue minha dica que eu tenho certeza absoluta que vocês vão amar! 

Caso queira se aprofundar na história do lugar, existe também a possibilidade de fazer um tour guiado (em inglês) ou de alugar um áudio guia (em inglês, espanhol e outras línguas, mas não português). Ambos podem ser contratados lá na hora.


RÊVIVENDO FOTOGRAFIAS 
Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hoje: Catedral do Sangue Derramado. São Petersburgo. 

Catedral do São Derramado, em São Petersburgo. Rússia
A belíssima Catedral do São Derramado, em São Petersburgo. Rússia
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O que fazer em Dublin DE GRAÇA

Renata Campos | 29.12.18 | | | | | | | | 3 Comentários

o que fazer em dublin de graça

Ao contrário do que muito se fala por aí, Dublin não é uma cidade barata! /pelo menos eu anão achei! Tudo bem que é possível achar roupas baratíssimas nas lojas de departamento tipo Penneys, além de ótimas ofertas nos supermercados e afins. Mas é só! De resto, achei o custo de vida bem caro em Dublin!

Mas, para nooossa alegria, existem vários programas totalmente gratuitos em Dublin! 🙏 E é exatamente sobre esses lugares grátis que vou falar nesse post!

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RêVivendo Fotografias: Conwy Castle - País de Gales

Renata Campos | 27.11.18 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O País de Gales, um dos países que fazem parte do Reino Unido, é conhecido por sua enorme variedade de castelos. São centenas deles espalhados pelo território de apenas 20 km² do país. O 1º que eu conheci por lá, e me chamou muito atenção, foi o Conwy Castle.

O castelo é a atração principal da cidade de mesmo nome, situada no norte do país. Ele foi construído em 1283, a mando do Rei Eduardo I, e ficou pronto em apenas 5 anos. Pouquíssimo tempo se você considerar o tamanho e a magnitude do lugar.

Quase 8 séculos depois, o castelo ainda se mantém bastante conservado atualmente. Tanto que em 1986, o Conwy Castle foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO. Com toda certeza, esse é um local onde vale muitíssimo a pena visitar. Eu me encantei pelo castelo, explorei o local por inteiro, conheci vários cômodos, os fossos, o 2 pátios e subi todas as 8 torres e suas centenas de degraus 😅.

Foi cansativo, mas as vistas de cada torre compensaram, cada uma mais linda que a outra! Tem vista do mar, vista do rio, vista da ponte, vista da cidade, mas muralhas e de tudo junto ao mesmo tempo. Super valeu a pena o esforço. 

A entrada no Conwy Castle custa £9.50 (£5.70 abaixo de 16 anos e estudantes de qualquer idade). O Castelo funciona de 9:30/10:00 às 16:00/17:00/18:00 dependendo da época do ano (confira aqui os horários antes de ir).

Depois de conhecer todo o castelo, aproveitei pra caminhar pelas muralhas que fazem parte do Castelo e cercam toda a cidade. É possível percorrer quase toda sua extensão (pouco mais de 1km), apenas alguns trechos estão interditados, então é preciso descer pra cidade e subir novamente mais adiante. Se você ainda tiver forças e gostar de caminhar, vale muito a pena pois a vista da cidade e do castelo compensam.   

Depois disso tudo, fui bater perna na cidade de Conwy que é uma graça. Super fofinha, cheia de lojas, restaurantes, cafés, sorveterias, etc. Aproveitei pra almoçar por lá. E segui viagem para Betws-y-Cold, cidade que serviu de base para eu conhecer o País de Gales. Fiquei hospedada no The Vagabond Bankhouse, um dos poucos hostels da cidade, aliás, da região.

Mas caso você prefira dormir em Conwy mesmo,  o que eu até acho que seja uma boa ideia, já que a cidade é uma graça... se bem que isso é quase um pleonasmo, todas as cidades que conheci no País de Gales são uma graça. Mas enfim, dá uma olhada aqui nas opções de hospedagem em Conwy.  

Ao todo, passei 3 dias no País de Gales e conheci vários outros castelos e lugares lindos da parte norte do país. Fiz tudo de carro, sozinha, e achei super de boa. Sem carro eu não teria conseguido conhecer nem metade do que conheci (cou fazer um roteiro do país todo depois). 

Aluguei o carro alguns dias antes no site da RentalCars. Peguei o carro em Liverpool, na Inglaterra, cidade onde eu cheguei vindo de Dublin (paguei apenas €9,90 num voo da Ryanair 😍) e pra onde retornei depois para conhecer outras cidades inglesas. Recomendo que vocês façam algo semelhante. Certeza que irão se apaixonar também.


RÊVIVENDO FOTOGRAFIAS 
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Foto de hoje: Conwy Castle. País de Gales. Reino Unido.

o que fazer no país de gales
Parte do lindo e enorme (reparem o tamanho das pessoas lá embaixo) Castelo de Conwy e a vista linda que se tem de uma das torres do castelo.  

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RêVivendo Fotografias: Moinhos de Zaanse Schans. Holanda.

Renata Campos | 19.11.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Tá indo pra Holanda e doido pra ver de perto os famosos moinhos do país? Existe um lugar, pertinho de Amsterdã, onde é possível visitá-los e até entrar em alguns deles. Esse lugar é Zaanse Schans, um complexo com fica em Zaadam, cidade a cerca de 20km ao norte da capital.

Essa, com certeza, é uma ótima opção de bate e volta pra fazer em Amsterdã, caso seu roteiro não esteja muito apertado. É super fácil chegar lá de transporte público. Existem 2 opções:

🚉 O trem é a forma mais rápida, como (quase) sempre. São apenas 18 minutos (e 3 paradas) da Estação Central de Amsterdã até a estação Zaandijk Zaanse Schans em Zaadam. E de lá, mais uns 15 a 20 minutos de caminhada até a área dos moinhos. A passagem (em maio de 2018) custava €8,40 (ida e volta).  

🚍 O ônibus (nº 391 da Conexxion) sai também da Centraal Station de Amsterdã (vá até o final, quase saindo pra onde pega o ferry pro mural do Kobra em homenagem à Anne Frank). O ônibus é mais demorado, a viagem dura pouco mais de 40 minutos. Mas ele tem a vantagem de parar bem na entrada, tanto na ida quanto na volta (o ponto é o mesmo, pois a linha é circular e esse é o ponto final/inicial).  A passagem (em maio de 2018) custava €11,50 (ida e volta).  


É bem tranquilo ir por conta própria, mas se você prefere fazer passeios com agências, esse tour pode ser uma boa opção. A entrada na área dos moinhos é grátis. Você não paga pra passear por lá, só paga se quiser visitar algum moinho por dentro. Eu preferi apenas caminhar, tirar fotos e apreciar a paisagem mesmo. Queria ter alugado uma bike pra rodar por lá, mas cheguei, saí andando e acabei não vendo onde era o lugar pra alugar. Mas sei que tem porque tinha muita gente de bicicleta por lá

Também rola de ir de bike saindo de Amsterdã, caso você tenha feito um aluguel de um dia inteiro, por exemplo e queria aproveitar o tempo e o dinheiro. Não digo exatamente pedalando, mas de trem! Muita gente faz isso, só é preciso pagar uma taxa a mais. Não sei o valor, mas não acredito que seja caro, já que os holandeses levam suas bikes pra to-dos os lugares!


Logo na entrada, fica o Zaanse Museum, um museu que conta a história do lugar e também um pouco da vida do pintor francês Claude Monet que morou na cidade alguns anos e, inclusive, pintou vários quadros que retratavam a paisagem local.

O local ainda abriga lojinhas de souvenir, cafés, restaurantes, oficina de tamancos (outra coisa super tradicional do país), além do Albert Heijn Museum Shop (tipo um museu que conta a história dessa grande rede de supermercados holandesa que começou ali na cidade) e do meu local preferido: a fábrica de queijos Catharina Hoeve, onde rola degustação de vários tipos de queijos holandeses (amo) e de 2 tipos diferentes de stroopwafel (amo²). Comi taaanto que devo até ter dado prejuízo, saí de lá de barriga cheia! haha Mas como resistir aquelas maravilhas todas ali, de graça? rs

👉 Confira todos os posts sobre a Holanda: RêVivendo a Holanda

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Foto de hoje: Moinhos de Zaanse Schans. Holanda.


dicas do que fazer na holanda
Os tradicionais moinhos holandeses de Zaanse Schans.  

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RêVivendo Fotografias: As Casas Cubo de Roterdã

Renata Campos | 12.11.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Roterdã é a segunda maior cidade da Holanda, com cerca de 600.000 habitantes e localizada no sul do país. Apesar de algumas semelhanças com a capital Amsterdã e outras cidades do interior, como os canais, algumas casinhas mais antigas, os parques e as modernas estações de trem, Roterdã é bem diferente da maioria das cidades holandesas.

A cidade é moderna, tem uma arquitetura uma arquitetura diferentona, ousada e muito interessante.  Caminhar por Roterdã observando as construções era um dos meus programas prediletos nos 4 dias que passei na cidade (até já falei disso nesse post). 


Toda essa inovação arquitetônica não aconteceu por acaso. Roterdã foi muito destruída pelos bombardeios que aconteceram na 2ª Guerra Mundial. No final da década de 70, o governo municipal deu início a um grande projeto que tinha o intuito de revitalizar e dar uma nova cara à cidade. Para tal, contratou o arquiteto Piet Blom, que já havia feito um trabalho semelhante na cidade de Helmond. 

Assim, em 1984, foram inauguradas as Casas Cubo (Kubuswoningen) de Roterdã que são, até hoje, um dos principais atrativos turísticos da cidade. O projeto foi divido em 3 partes tendo, ao todo, quase 40 casas em formato de cubo, inclinadas num ângulo de 45º. É muito louco!

Não preciso nem dizer que uma visita à Roterdã jamais estará completa sem uma passadinha pra conhecer o maior ícone arquitetônico da cidade, as Casas Cubo. Até porque elas ficam bem no centro da cidade, estrategicamente posicionadas entre o famoso e lindíssimo Markthal (o mercado municipal) e o Oudehaven (um antigo porto com vários restaurantes no entorno). Ou seja, não tem como fugir, uma hora ou outra você vai acabar passando por lá! 

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Aproveite então pra explorar o local de todas as formas e ângulos possíveis, de longe, de perto e por dentro. Sim, dá pra conhecer as casas cubo por dentro, mais especificamente a Casa Museu Kijk-Kubus. 

Confesso que fiquei um pouco decepcionada porque achei que o local fosse também um museu que contasse um pouco mais da história das casas. Mas não! É apenas uma casa mesmo, toda mobiliada e tal. Mas se você tem curiosidade de ver como é lá dentro, vá. Mas não espere muito além de uma casa "comum" com cozinha, sala, banheiro e quarto. Como eu sou grande (tenho 1,80) achei aquele teto torto meio agoniante, apertado, sei lá! A entrada custa 3 euros.  

Outra opção, mais interessante e mais genuína, é se hospedar em uma dessas casas cubo. Siiim é possível! É só optar por ficar no Stayokay Rotterdam (seja em quarto compartilhada ou privado). Eu só conheci o hostel por fora, mas ele é da mesma rede do que eu fiquei em Amsterdã e adorei, O Stayokay Vondelpark Amsterdam. 

Mas por uma série de motivos (que comento nesse post com o meu roteiro na Holanda), eu preferi ficar no Sparks Hostel. Não tenho como comparar os 2 pra dizer qual é melhor, mas eu gostei bastante de lá e recomendo. 



👉 Confira todos os posts sobre a Holanda: RêVivendo a Holanda


RÊVIVENDO FOTOGRAFIAS 
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Foto de hoje: Casas Cubo de Roterdã. Holanda.



O que fazer em Roterdã Holanda
As Casas Cubo de Roterdã 

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Roteiro de Viagem: 8 dias na Holanda

Renata Campos | 9.11.18 | | | | | | | | | | | | | 14 Comentários
Holanda Roteiro de Viagem


A Holanda é um país que eu sonhava conhecer há tempos. Mas que por N motivos, nunca tinha entrado no roteiro das minhas outras viagens pra Europa! Só que dessa vez, eu não apenas consegui incluí-la, como ela foi o principal motivo da minha viagem.

Eu comentei nesse post, que um dos meus grandes sonhos de viagem era conhecer Keukenhof, o famoso e maravilhoso parque das tulipas da Holanda. Como sou professora, viajar em março, abril ou maio (época de floração das tulipas) é algo totalmente fora da minha realidade. Maaaas, como funcionária pública, eu tenho direito a "férias prêmio" depois de 5 anos de trabalho. E foi assim que, não apenas conheci a Holanda, como também realizei meu o sonho de visitar Keukenhof. 💗🌹

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Bélgica - Roteiro de Viagem

Renata Campos | 25.10.18 | | | | | | | | 13 Comentários
Roteiro de Viagem pela Bélgica


Ahhh Bélgica!! Taí um país que há tempos eu queria conhecer, mas que muita gente não dá muito bola! Há quem faça apenas um bate e volta pra Bruxelas ou Bruges, saindo da França ou da Holanda. O que é um pecado! A Bélgica merece muito, mas muito mais tempo pra ser explorada e curtida a contento. 

Confesso que um dos meu maiores interesses no país, eram a cerveja (as cervejarias belgas são tidas como uma das melhores, se não a melhor, do mundo) além das batatas fritas ma-ra-vi-lho-sas, além dos waffles e chocolates, claro. 💓🍺🍟🍫

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RêVivendo Fotografias: Mural da Anne Frank. Amsterdã.

Renata Campos | 22.10.18 | | | | | | | | 2 Comentários
No RêVivendo Fotografias da semana passada, eu falei sobre o lindíssimo mural A Bailarina, feito pelo excelente artista brasileiro Eduardo Kobra, em Moscou, na Rússia. Aproveitando o gancho, hoje vou falar de outro mural lindíssimo que conheci na minha #Eurotrip2018. 

Estou falando do mural da Anne Frank feito também pelo Kobra (quem mais? rs), dessa vez em Amsterdã, na Holanda. O mural é lindíssimo e gigantesco, como tudo o que ele faz. Eu fiquei encantada! 

Apesar disso, ele não parece ser algo muito turístico. Não tinha ninguém lá quando eu fui! Fiquei lá um tempinho esperando alguém pra tirar uma foto minha, mas ninguém apareceu! Diferente de Moscou (e outros tantas cidades do mundo), onde o mural está localizado em uma área bem turística, em Amsterdã, não. 


O mural da Anne Frank fica em Amsterdam Noord, mais especificamente em NDSM-werf, o antigo estaleiro da cidade. O local, que passou um tempo totalmente abandonado depois que o estaleiro foi desativo, acabou sendo revitalizado e tem atraído a atenção de moradores locais, artistas de todos os estilos, grafiteiros, skatistas, ONGs e, claro, também turistas que curtem mais esse lado mais alternativo.

Existem, inclusive, alguns bares bem legais que também valem a visita por lá. O Pllek, por exemplo, é um deles. O lugar é muito legal! Eu adorei a decoração e o clima de descontração. o bar tem uma área interna e outra externa que fica bem na beira do rio. Eu fui num dia lindo de muito sol (no comecinho de maio de 2018) e achei ao bar com uma vibe super praiana! Tinha várias pessoas de biquíni e calção, tomando sol por lá! Muito legal mesmo! E no dia que fui, ainda ia rolar um cinema ao ar livre. Mas acabei indo embora antes de anoitecer. 


Mas voltando ao mural em si. Ele foi feito em 2016 e tem 240 m². Enorme, né? O nome dado ao mural pelo Kobra foi "Let me be myself", ou "Me deixe ser eu mesma". A frase foi extraída do diário escrito pela própria Anne Frank, uma menina judia que passou 2 anos escondida dos nazistas, durante a Segunda Gerra Mundial em uma casa em Amsterdã que, inclusive, virou museu e que também vale super a visita. O diário foi publicado em várias línguas e virou um grande best seller. Acho que todo mundo aqui, se não leu, pelo menos já ouviu falar do livro "O diário de Anne Frank", né? 

Muito louco pensar que milhões de pessoas foram obrigadas a fugir, se esconder, ou pior, foram assassinadas pelo simples fato de serem diferentes. No caso, por serem judias. Triste demais pensar que tudo isso foi causado pela intolerância. Mais triste ainda é pensar que parece que a gente não aprendeu nada com esse e outros tantos fatos da história! Ao invés de simplesmente "deixarmos as pessoas serem elas mesmas", a gente está indo na contra mão. Impressionante como a intolerância  com o diferente vem crescendo cada vez mais e mais. 😢⠀

Apesar de o mural ficar em um local um pouco afastado do centrinho da cidade, é muito fácil chegar lá! Da estação central de trem de Amsterdã, sai um ferry gratuito direto pra lá. Mas atenção, não vá pegar qualquer ferry! Procure o que tem escrito NDSM, ele fica mais à esquerda. Só esse te leva pra lá! A viagem dura cerca de 15 minutos. 

👉 Confira todos os posts sobre a Holanda: RêVivendo a Holanda


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Foto de hoje: Mural da Anne Frank. Amsterdã.


o que fazer em Amsterdã, Holanda
O lindíssimo e gigantesco mural da Anne Frank, feito pelo Kobra, em Amsterdã. 


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RêVivendo Fotografias: Mural A Bailarina, do Kobra. Moscou.

Renata Campos | 15.10.18 | | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Se tem um brasileiro que simplesmente arrasa e é praticamente uma unanimidade (eu, pelo menos, nunca vi ninguém falando mal dele), esse cara é o Kobra! 

Eduardo Kobra, caso você não conheça (!), ele é começou a vida pichando os muros de São Paulo (e já foi preso por isso, inclusive), passou pra grafiteiro e hoje é muralista, dado as dimensões monumentais das suas obras mundo afora. Sim, o cara é famoso e respeitado no planeta todo! Ele já fez verdadeiras obras de arte em vários lugares do mundo!

Eu sou muito fã do Kobra! Sempre que vou viajar eu procuro saber se ele já fez algum mural na cidade pra eu poder visitar. Foi assim que eu descobri "A Bailarina", em Moscou! A obra foi feita, em 2013, inspirada em um dos principais nomes do balé russo: a bailarina Maya Plisetskaya, famosa, entre outras coisas, por sua bela interpretação de Cisne Negro, retratado no mural. 


Obviamente que esse mural não poderia ficar de fora do meu roteiro, né? Fui lá 2 vezes, inclusive! Na 1ª vez, eu estava sozinha e o tempo meio chuvoso. Fiquei um tempinho parada lá, admirando o mural e tirando fotos dele. Chegou um casal e pedi que tirassem uma foto minha lá! Adivinhem? Eles simplesmente cortaram a cabeça da bailarina! haha 

Apareceu outra menina e pedi outra foto! A cabeça até saiu dessa vez, mas a foto também ficou péssima! Eu sei que é difícil tirar uma foto de algo tão enorme assim, por isso mesmo eu pedi que tirasse a foto com uma GoPro e não com o celular! Mas mesmo assim não rolou... Até tentei improvisar um tripé e tal. Mas não consegui um ângulo bom! Taí um das principais desvantagens de viajar sozinha! 😕

Alguns dias depois, conheci totalmente por acaso a Adri Lage, do blog A Camminare e levei ela lá pra conhecer o mural. Aí sim, consegui uma foto descente! Nada como alguém que sabe tirar foto, não é mesmo?! hehe 


Nas 2 vezes que eu fui, aproveitei pra comer em um dos restaurantes que ficam lá perto. São vaaaarios, tanto na rua do mural, como em uma ruazinha de pedestres na diagonal! Cada um mais fofinho que outro, dá vontade de sentar em todos! rs a área do entorno é bem legal e, além dos bares e restaurantes, ali ficam também algumas lojas e teatros, incluindo o famosérrimo Teatro Bolshoi. 

Aliás, o Bolshoi é um ótimo ponto de referência pra chegar ao mural. Olhando de frente pro teatro, é só caminhar pra sua esquerda e subir a Ulitsa Bol'shaya Dmitrovka, 2 ou 3 quarteirões depois (dependendo de qual rua você pegar), você vai ver o mural à sua direita, quase em frente ao restaurante MuMu. Simples! 

Taí então, um ótimo programa pra se fazer na cidade: visitar o teatro, de lá ir caminhando até o mural e depois almoçar, jantar, tomar um café, uma cerveja que seja, em um dos bares ou restaurantes da redondeza. Não necessariamente nessa ordem... 


RÊVIVENDO FOTOGRAFIAS 
Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hoje:  Mural a Bailarina, do Kobra. Moscou.

o que  fazer em moscou, russia
Pelo meu taminico na foto (e olha que sou grande rs), você conseguem ter bem uma noção do qual gigantesco é esse mural!


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Tá cheio de fotos lindas da Suécia lá! É só procurar pela hashtag #RêVivendoMoscou


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O que fazer em Dublin, além dos pubs

Renata Campos | 11.10.18 | | | | | | 2 Comentários
dicas do que fazer em Dublin


Dublin, a capital da Irlanda, não é exatamente uma cidade bonita, como tantas outras capitais europeias e várias de suas "irmãs" irlandesas, que são uma graça. Nem por isso deixa de ser uma cidade interessante do ponto de vista turístico. 
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RêVivendo Fotografias: Palácio Drottningholm, Suécia

Renata Campos | 8.10.18 | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
O Palácio de Drottningholm fica nos arredores de Estocolmo e é uma ótima opção pra quem visita a cidade com um pouco mais de tempo, pois será preciso, pelo menos, metade de um dia pra conhecer o local.

Drottningholm  significa "ilha da Rainha". Ele foi um presente pra Rainha Katarina Jagellonika, construído no século XVI, a mando do Rei João III. Mas, alguns anos depois, o castelo foi devastado pelo fogo. Sendo reconstruído logo em seguida, em 1662, e permanecendo assim como o conhecemos hoje.


O Palácio fica na ilha de Lovön, na cidade de Ekerö, a cerca de 10km da capital sueca. Pra chegar lá é possível ir de carro, ônibus de excursão ou de transporte público (pegar um metrô até Brommaplan e, de lá, um ônibus até Drottningholm). Os mais animados também podem ir de bicicleta. Dizem que existe uma ciclovia que sai do centro do Escolmo e chega até lá.

Eu optei por ir de barco. Com certeza, é a maneira mais agradável e com paisagens bacanas. Mas é também a mais cara. Em maio de 2018, o trajeto de ida e volta custava 220 coroas suecas (± €22).  Puxado, né? Mas eu aproveitei pra ir de barco porque ele (e também a entrada no Palácio) estava incluso no Stockholm Pass.

A viagem dura 50 minutos e é bacana, mas não é assim tão imperdível. Se você quiser economizar, pode ir de metrô + ônibus numa boa. Mas se gostou da ideia do barco, saiba que ele funciona apenas de março a outubro e os horários variam de um mês pro outro. Portanto, não deixe de conferir antes no site oficial.


Eu optei por ir de barco. Com certeza, é a maneira mais agradável e com paisagens bacanas. Mas é também a mais cara. Em maio de 2018, o trajeto de ida e volta custava 220 coroas suecas (± €22).  Puxado, né? Mas eu aproveitei pra ir de barco porque ele (e também a entrada no Palácio) estava incluso no Stockholm Pass.

A viagem dura 50 minutos e é bacana, mas não é assim tão imperdível. Se você quiser economizar, pode ir de metrô + ônibus numa boa. Mas se gostou da ideia do barco, saiba que ele funciona apenas de março a outubro e os horários variam de um mês pro outro. Portanto, não deixe de conferir antes no site oficial.

Bom, mas voltando ao palácio em si, desde 1991, ele é um dos Patrimônios Mundiais da UNESCO. E apesar de o Palácio Real (que fica no centro de Estocolmo é é lindíssimo) ser a residência oficial da família real sueca, eles optaram por morar em Drottningholm desde 1981. Mesmo assim, uma parte do Palácio e do jardim é aberto ao público.

A entrada, apenas para o palácio, custa 130 coroas suecas (algo em torno de 13 euros). E, como eu havia comentado antes, também está inclusa no Stockholm Pass. Mas se você quiser fazer a visita completa, o bilhete combinado que inclui também o pavilhão chinês e o teatro (que dizem ser o mais antigo do mundo ainda em funcionamento) custa 290 coroas (€ 29). Os bilhetes também podem ser comprados separadamente nas entradas de cada edifícios. Outra opção é comprar o ingresso antecipadamente pelo site Tiqets, que é parceiro do blog.


Eu acabei conhecendo o palácio mesmo que, a propósito, é lindíssimo! Cada cômodo mais luxuoso que o outro. Eu amei! Principalmente o hall de entrada, que é um escândalo de lindo! Os tetos, as esculturas, as pinturas, tudo maravilhoso!

Não conheci o Pavilhão Chinês porque ele fica um pouco afastado do palácio e alguém comentou que ele estava fechado. Preferi não arriscar caminhar até lá e dar de cara com a porta. Também não consegui visitar o teatro. As visitas são sempre guiadas e com horário marcado. Mas quando cheguei lá, não havia mais vaga no próximo tour teria que esperar muito pelo outro. Deixei pra lá. Aproveitei o tempo livre até a chegada do próximo barco pra passear pelos jardins do palácio que são enormes.

Para mais informações sobre o Palácio Drottningholm, dê uma olhada no site oficial. E se quiser saber mais sobre o Stockholm Pass, é só clicar no link destacado.

*O Stockholm Pass foi uma cortesia do Visit Stockholm.
Independente de qualquer coisa, as informações aqui dadas, são totalmente isentas e referentes à minha própria experiência o com passe. 


RÊVIVENDO FOTOGRAFIAS 
Toda segunda-feira, uma viagem é revivida aqui através de uma fotografia. 
Foto de hoje:  Palácio Drottningholm. Suécia.

o que fazer em estocolmo suécia
Chegando de barco para visitar o belo Palácio Drottningholm, na Suécia.

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RêVivendo Fotografias: Catedral de São Basílio, em Moscou.

Renata Campos | 3.9.18 | | | | | | 2 Comentários
A belíssima Catedral de São Basílio é um dos maiores símbolos de Moscou e de toda a Rússia. Pudera! Ela é maravilhosa! Sem igual! Sério, não existe nada semelhante em todo o mundo!

 Aliás, as igrejas ortodoxas russas são um caso a parte! Cada uma mais espetacular que a outra! Incrível! De deixar qualquer um de queixo caído! Mas a Catedral de São Basílio consegue ser ainda mais espetacular do que todas! 


A catedral foi construída por volta de 1550 e 1560 a mando do czar Ivan, o terrível! Diz a lenda que ele gostou tanto da catedral que mandou cegar o arquiteto responsável pelo projeto pra que ele nunca mais pudesse fazer algo semelhante. Mas isso não é verdade, já que existem outras obras mais recentes assinadas por ele.

A primeira coisa que fiz, assim que cheguei em Moscou, foi correr pra Praça Vermelha, onde a Catedral se encontra. Fiquei hospedada no Hostel Arbat 42, que fica numa área bem legal e dá pra ir caminhando numa boa pra Praça Vermelha. Mas dá pra pegar um metrô também e descer apenas 2 estações depois. Mas, a princípio, eu tinha reservado o Hostel Kremlin Lights. Só que eu precisei alterar as datas e não encontrei vaga nele mais. De toda forma, fica a dica, ele tem uma localização excelente, apesar de ser mais caro que o que eu fiquei.  


Bom, mas eu cheguei na Praça Vermelha e fiquei rodando por lá encantada com tudo. Quando me deparei com a Catedral de São Basílio, parei e fiquei lá um tempão hipnotizada por tamanha beleza. Passei tanto tempo ali observando os detalhes e tirando fotos que, quando eu tentei entrar pra visitar seu interior, ela já estava quase fechando. Achei melhor voltar outro dia pra visitá-la com calma. Mas, infelizmente, eu não consegui fazer isso, apesar de ter ficado 6 dias em Moscou. 😰

O que aconteceu é que, 2 dias depois que eu cheguei, a Praça Vermelha foi fechada e assim ficou até o dia que fui embora. Eu tive a sorte e o azar, de estar na cidade no "Dia da Rússia" (12/06) que é o maior feriado nacional do país e também na abertura da Copa do Mundo de 2018 (14/06). Por causa das comemorações desses 2 eventos, a Praça Vermelha ficou fechada por 4 dias. 

Eu fiquei arrasada de não ter conseguido visitar a Catedral de São Basílio. Só não fiquei pior porque muita gente comentou que o interior não é tão exuberante quanto o exterior. E também porque eu quero voltar.. e aí eu aproveito pra visitá-la com certeza. E logo no 1º dia, pra não correr esse risco novamente. O fato é, Moscou e toda a Rússia, são lugares apaixonantes!


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Foto de hoje: Catedral de São Basílio. Moscou. 



o que fazer em Moscou. Rússia
A linda e colorida Catedral de São Basílio, em Moscou.

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RêVivendo Fotografias: Muro dos "Eu te Amo" Paris

Renata Campos | 27.8.18 | | | | | | | | Seja o 1º a comentar!!
Dizem por aí que Paris é a cidade dos apaixonados. Teria lugar melhor, então, pra se criar um muro com vários "Eu te amo" escritos em línguas diferentes? Não né?

Essa ideia genial foi do músico e compositor Frederic Baron. Em 1992, ele teve a ideia de sair pedindo pra amigos, e também desconhecidos, escreverem "eu te amo" na sua língua de origem, em um papelzinho colorido. Durante anos ele foi coletando e guardando esses papéis, conseguiu juntar mais de mil "eu te amos" escritos em mais de 300 línguas e dialetos.

Em 1997, ele mostrou sua "coleção" pra caligrafista Claire Kito, que abraçou o projeto. Foi ela que reescreveu todos os "eu te amos" que estão no muro, tentando ser o mais fiel possível à caligrafia original. 


E eis que o resultado final foi um muro enorme de 40 m², feito de mais 600 azulejos com 311 "eu te amos". E, claro, tem em português também. Eu custeeeei a achar! Ele lá no alto, logo na primeira fileira. Ahh e é apenas "te amo"... não tem o "eu" não! hehe

O muro foi construído na praça Jehan Rictus, que fica meio escondidinha ali em Montmartre, um dos meus bairros prediletos de Paris. Pra ficar mais fácil de achar, anota aí: o muro fica perto da estação de metrô Abbesses, na parte mais baixa do bairro. 

Eu fiquei hospedada ali pertinho, no Hostel Vintage. Coisa de menos de 10 minutos de caminhada. Quer dizer, na verdade, fiquei ali só nos 3 últimos dias da viagem, pois não tinha vaga no hostel que eu estava no início da viagem, o ótimo St Chirstopher's Inn Gare du Nord,que também fica ali próximo.

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Foto de hoje: Muro dos "eu te amo"


o que fazer em paris
Muro dos "Eu te amo"


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Como visitar o Museu do Louvre sem fila e sem multidões

Renata Campos | 23.8.18 | | | | | | | 4 Comentários
museu do louvre paris


O Louvre é o museu mais famoso do mundo! É também o maior e o mais visitado de todos! Ou seja... ele vive lotado! Tudo bem que ele é enorme, mas é também o museu que mais recebe turistas em todo o mundo! Só no ano passado (2017), o Louvre recebeu 8,1 milhões de visitantes!

Vocês tem noção do que é isso? 8,1 de visitantes!!! Sendo 5,7 de visitantes estrangeiros. Alguém tem ideia de quantos turistas estrangeiros o Brasil recebeu no mesmo período? Pasmem: apenas 6,5 milhões! O Brasil inteiro, esse país com dimensões continentais recebeu quase a mesma quantidade de turistas do que um museu!! E olha que, em 2017, batemos record e recebemos até mais turistas do que em 2014 e 2016, os anos da Copa do Mundo e das Olimpíadas!


Ou seja, o Louvre é visita "obrigatória" pra quem vai a Paris.  Obrigatória entre aspas porque ninguém é obrigado a nada rs). Mas até eu, que não sou lá super fã de museus (o que também não quer dizer que eu odeie, digamos que eu gosto com moderação rs), morria de vontade de conhecer o Louvre!

museu do louvre paris
Muito lindo o Museu do Louvre, né?

Se você também tem vontade de conhecer o Louvre é bom estar ciente que você não vai conseguir ver tudo num dia só. O acervo do museu é tão enorme que seria preciso uns 2 ou 3 dias inteiros pra ver tudo. Bom, mas isso seria pro aficionados e entendedores de obras de arte, o que não é o meu caso. Me dei por satisfeita com apenas com algumas horas lá.
Como eu não teria tanto tempo assim, tentei programar minha visita de forma que pudesse aproveitar ao máximo o tempo que eu tivesse no museu. Li muita gente sugerindo ir de manhã cedinho pra pegar menos fila. Mas quase todo mundo visita o museu de manhã. Então, mesmo que você chegue cedo e consiga escapar das filas quilométricas, não vai escapar da multidão lá dentro.

Portanto, eu sugiro o contrário: vá o mais tarde possível! Se conseguir ir à noite então, melhor ainda! O Louvre funciona todos os dias (exceto terça-feira) de 9h às 18h. Mas nas quartas e sextas, o museu fica aberto até as 21:45! Então, se programe direitinho e vá num desses 2 dias.

Eu´fui numa quarta-feira por volta das 17:30 e não peguei absolutamente nenhuma fila. Fiquei até na dúvida se eu estava mesmo no lugar certo, porque não tinha ninguém. O segurança viu minha cara de indecisão e fez sinal pra eu entrar rs

museu do louvre paris
Louvre totalmente sem fila! É ou não é uma maravilha?

Outra coisa que também ajuda a ganhar tempo e evitar filas, é comprar ingresso com antecedência. Você pode comprar o ingresso direto no site do Louvre. Nesse caso, terá que escolher um horário pra visitá-lo. Ou também pode comprar no site da Tiqets, que é parceira aqui no blog e tem essa e várias outras atrações de Paris, além de outras cidades da Europa. E o melhor, o site tem tudo explicadinho em português.
museu do louvre paris
Foto tirada de dentro da pirâmide,
logo na entrada do Louvre, bem tranquilo e vazio.
Detalhe pra estrutura lindona! 

Uma boa opção é adquirir o Paris Museum Pass que te permite visitar vários museus da cidade (sem hora marcada) por 2, 4 ou 6 dias, você escolhe de acordo com seu planejamento. Eu usei um desses* e achei ótimo! Consegui "furar" várias filas com ele. Super prático!

Bom, mas uma vez dentro do Louvre, é quase unanimidade, toooodo mundo quer saber onde está a Monalisa. Não se preocupe! Vai ter placa em vários lugares te guiando pra lá! Então, relaxe, e aproveite o museu, uma hora ou outra você vai dar de cara com ela! Certeza!

museu do louvre paris
Tem placa indicando onde está a Monalisa espalhada pra todo lugar

Mas caso você  tenha algum(ns) outro(s) interesse(s) específico(s), além da Monalisa, o ideal mesmo seria ter um roteiro já mais ou menos planejado. Porque é muuuuuita coisa pra ver e super fácil se perder. Pegue um mapa logo na entrada para te guiar e saia explorado o museu por conta própria. 

Você também pode baixar o app do Louvre que, além do mapa do museu, ainda tem fotos e vídeos em 3D, descrições de várias obras de arte e até mesmo um áudio guia. É, inclusive, um ótimo material pra ser estudado antes da visita.

Ou então, pode fazer como eu fiz, sair andando a esmo pelo museu, se perdendo e se encontrando! haha Como eu não tinha interesse específico algum, até porque não entendo muito de arte, apenas sai andando e apreciando tudo que aparecia no meu caminho. E quando eu digo tudo, é tudo mesmo, não apenas as esculturas, gravuras e pinturas, mas também o teto (cada um mais lindo que o outro), o piso, as paredes, as janelas e as vistas lindas que se tem delas. Experiência completa! rs

museu do louvre paris
Como não se apaixonar por esses tetos?
museu do louvre paris
E essa vista da janela do Louvre? Como ignorá-la?

Nem sei direito por onde passei, só sei que amei tudo o que vi. Deixei pra ver a Monalisa no final, acreditando que a maioria das pessoas já tivesse ido embora, assim eu poderia pegá-la menos cheia. E deu certo! Tão certo que eu fiquei surpresa! Por mais que eu tivesse feito de tudo pra evitar as multidões, ainda assim achei que teria muito mais gente, pelo menos, em frente à Monalisa.

museu do louvre paris
Museu do Louvre

Em muitas outras salas eu cheguei a ficar sozinha em vários momentos. Lembro que entrei na sala das "Pinturas Italianas", onde a Monalisa se encontra e vi um aglomerado de pessoas em um determinado lugar e fui caminhando achando que seria a Monalisa. Não era! No caminho, dei de cara com ela, assim de repente, e totalmente livre, com pouquíssima gente ao redor.

Devia ter pouco mais de meia dúzia de pessoas na hora. Fiquei surpresa! Totalmente diferente do que eu esperava e todas as fotos que eu já tinha visto. Parei um tempinho ali pra apreciar a pintura, quando percebi um grupo, desses de tour guiado, se aproximando. Tratei de me virar, tirar uma selfie com a Monalisa e ir embora. 

museu do louvre paris
Aquela selfie desejada com ela! 💓

Mas antes de ir embora, tirei essa foto abaixo só pra mostrar que, mesmo com o grupo do tour guiado que chegou depois, ainda assim, dá pra considerar que o lugar não estava lotado. Pelo menos, não tanto quanto nas fotos que já vi e relatos que ouvi. Se eu tivesse tirado uma foto antes desse grupo chegar (ou tivesse paciência de esperar eles saírem), aí vocês iriam entender o quão vazio estava esse lugar quando eu cheguei. Mas eu nem pensei nisso na hora! Só queria mesmo curtir o momento! 

museu do louvre paris
Tira mais da metade das pessoas aí da foto, foi assim que eu vi a Monalisa. 

Outra coisa interessante é que eu sempre vi as pessoas dizendo que se decepcionaram com o tamanho do quadro. Fiquei com isso na cabeça e achava que ela fosse minúscula. Ok, ela é pequena, mas achei que fosse ainda menor. Talvez porque na maioria das fotos que eu tinha visto, tinha tanta gente na frente, que ela parecia minúscula. rs

Enfim, depois de 4 horas no Louvre, dei por encerrada a visita. Fui embora pouco antes do museu fechar, por volta das 21:30 e aproveitei pra tirar algumas fotos noturnas do lado de fora com pirâmide e os prédios do entorno todos iluminados. Muito lindo!

museu do louvre paris
Louvre à noite

* O Paris Museum Pass foi cortesia oferecida pelo Paris Info Convention and Visitors Bureau


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Tem fotos lindas de Paris lá! É só procurar pela hashtag #RêVivendoParis



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